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Comunidade Rio da Casca recebe serviços de assistência social idealizados pela primeira-dama de MT

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Equipes da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), sob a gestão voluntária da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), visitaram a comunidade Rio da Casca, em Chapada dos Guimarães, no último sábado (12.08), e promoveram o Mutirão da Cidadania com entregas dos programas SER Família Solidário e SER Família Aconchego, idealizados por Virginia Mendes.

A programação contou com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde, além da Defesa Civil, Polícia Militar e do morador João Gomes, mais conhecido como Hade. A secretária da Setasc, Grasielle Bugalho, marcou presença na ação e representou a primeira-dama do Estado.

Da comunidade, cerca de 300 pessoas aproveitaram os serviços de cidadania oferecidos no mutirão, como emissão de 2ª via de documentos e plastificação e fotos 3×4.

A SES levou vacinas para imunização dos adultos, sendo oferecidas a bivalente, hepatite B e tétano. Já para crianças e adolescentes foram oferecidas, acima de 09 anos, a vacina contra o HPV; e de 11 a 14 anos as de meningite (ACWY) e influenza.

Além dos serviços, as famílias receberam orientações dos programas SER Família e todas as suas vertentes, dentre eles o SER Família Capacita e o SER Família Mulher, recentemente lançado auxílio moradia no valor de R$ 600 para mulheres vítimas de violência doméstica amparadas com medida protetiva.

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A primeira-dama Virginia Mendes agradeceu o atendimento na comunidade e ressaltou a importância dos mutirões.

“Não pude participar desta vez, mas a comunidade Rio da Casca sabe o carinho que tenho por todos eles, o lugar onde começou a história da minha vida. Os mutirões são a oportunidade para as pessoas terem acesso com agilidade aos serviços, porque muitas vezes, no dia a dia, especialmente para pessoas que moram mais afastadas das cidades, é um tanto complicado. Agradeço ao secretário Gilberto Figueiredo por enviar sua equipe da Saúde para atender com as vacinas, a Secretária Grasielle e a secretária-adjunta Marilene por acompanharem as equipes da Setasc e Unaf, e todos que contribuíram com essa missão. Deus abençoe a todos”, manifestou Virginia Mendes.

A moradora Cristiane Gonçalves aproveitou o mutirão para atualizar a caderneta de vacinação.

“Tomei duas vacinas. É maravilhoso receber esse mutirão. Nossa comunidade está melhorando a cada dia. Que Deus abençoe a vida da nossa querida primeira-dama Virginia Mendes e o nosso governador por tudo o que eles têm feito por todos nós”, disse a moradora.

“Nós agradecemos o governador Mauro Mendes, mas o maior agradecimento é para nossa primeira-dama Virginia. Infelizmente ela não pôde estar aqui com a gente no dia de hoje. É muito bonito e comovente ver tudo o que estão fazendo por nós”, afirmou João Gomes (Hade).

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Para as pessoas inscritas na comunidade, foram entregues 300 cestas de alimentes e 300 kits de higiene e limpeza do programa SER Família Solidário, além de 150 filtros de barro. Também foram entregues 300 cobertores do programa SER Família Aconchego.

Para a secretária Grasielle Bugalho, a vivência da primeira-dama Virginia Mendes na região reflete em suas ações.

“A dona Virginia tem um carinho muito grande por esse lugar. Tudo que ela viveu no Rio da Casca ela transformou em amor e nessa atenção que ela tem não somente com a comunidade, mas com toda população que precisa ser assistida em Mato Grosso. Além do social, o Governo de Mato Grosso está investindo na infraestrutura da região com as obras na MT-404, com mais de 20 km de extensão e mais de R$ 30 milhões de investimento – um pedido especial da primeira-dama. As obras estruturantes são imprescindíveis, porém precisamos assistir as pessoas, e é por esse olhar fraterno da dona Virginia Mendes que estamos aqui”, disse a secretária Grasielle Bugalho.

Fonte: Governo MT – MT

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TJMT mantém condenação de mulheres por tráfico em Alta Floresta com base em provas digitais

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A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • A defesa pediu absolvição, desclassificação do tráfico para uso pessoal e redução das penas.

  • O Tribunal negou tudo e manteve as condenações, reconhecendo provas suficientes de tráfico e atuação conjunta.

A Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu, por unanimidade, negar provimento ao recurso de apelação interposto por três mulheres condenadas por envolvimento com o tráfico de drogas em Alta Floresta. O colegiado manteve integralmente a sentença de primeiro grau, reconhecendo a robustez das provas, especialmente os elementos digitais extraídos de aparelhos celulares.

O caso teve origem em setembro de 2019, após denúncia anônima que apontava intensa movimentação típica de comércio de drogas em kitnets localizadas na Avenida Mato Grosso. Durante a ação policial, foram apreendidos 158,3 gramas de maconha, divididos entre um bloco maior e porções menores, além de balança de precisão e utensílios utilizados para fracionamento, como dichavador.

Condenações mantidas

Duas das acusadas foram condenadas por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com penas fixadas em 8 anos de reclusão, em regime semiaberto, além do pagamento de 1.200 dias-multa cada. A terceira ré foi condenada apenas por tráfico, com pena de 5 anos de reclusão, também em regime semiaberto, e 500 dias-multa, sendo absolvida da acusação de associação.

A defesa buscava a absolvição por falta de provas, a desclassificação do crime para uso pessoal e, subsidiariamente, a aplicação do chamado tráfico privilegiado, que poderia reduzir a pena. Todos os pedidos foram rejeitados.

Provas digitais foram decisivas

O relator destacou que a condenação não se baseou apenas na apreensão da droga, mas em um conjunto probatório consistente. Entre os principais elementos estão conversas extraídas dos celulares das acusadas, que indicavam claramente a comercialização de entorpecentes.

As mensagens revelaram:

  • Negociações de venda de drogas com terceiros

  • Uso de linguagem codificada, como “chá” para se referir à maconha

  • Organização de entregas e divisão de tarefas

  • Participação em grupos de WhatsApp voltados ao tráfico

  • Registros fotográficos de drogas sendo pesadas e embaladas

Em um dos aparelhos, uma das rés se identificava como “lojista”, afirmando adquirir drogas para revenda, elemento considerado determinante para afastar a tese de consumo pessoal.

No caso de duas das acusadas, o tribunal entendeu que ficou comprovado o vínculo estável e permanente exigido para o crime de associação para o tráfico. Segundo o acórdão, elas conviviam no mesmo imóvel, compartilhavam o espaço para armazenamento das drogas e mantinham comunicação constante sobre a atividade ilícita.

A tentativa de uma das rés de assumir sozinha a responsabilidade pelo tráfico foi considerada isolada e incompatível com o restante das provas, especialmente os dados digitais.

Uso pessoal foi descartado

Para a terceira acusada, que alegou ser usuária, o tribunal afastou a possibilidade de desclassificação para porte de drogas para consumo próprio. A decisão considerou que, apesar da menor quantidade apreendida com ela e da ausência de instrumentos típicos de venda, as mensagens no celular evidenciavam atuação na revenda de entorpecentes.

Tráfico privilegiado negado

O pedido de redução de pena com base no chamado tráfico privilegiado também foi rejeitado. No entendimento do colegiado:

  • Para as duas rés condenadas por associação, o benefício é automaticamente incompatível

  • Para a terceira, as provas demonstraram dedicação à atividade criminosa, o que também impede a aplicação da minorante

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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