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Confira as inscrições deferidas para credenciamento de profissionais de Psicologia para Feliz Natal

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A atual gestão do Poder Judiciário de Mato Grosso elevou o patamar do indicador de eficiência da Justiça mato-grossense apurado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em 2022, a Justiça Estadual de Mato Grosso manteve-se na categoria Ouro no Prêmio CNJ de Qualidade, ficando em segundo lugar entre os tribunais que pontuaram nesta categoria. Nos anos anteriores, a pontuação da justiça mato-grossense girava em 70%, já no biênio 2021-2022 está na casa dos 80%.
Desde 2019, quando o Prêmio CNJ de Qualidade substituiu o antigo Selo Justiça em Números, o Tribunal vem galgando melhores resultados. O histórico da premiação registra que em 2019 o TJMT conquistou a categoria Prata no Prêmio CNJ de Qualidade.
 
Em 2020, inaugurou a categoria Ouro do prêmio, atingindo 65,25% da avaliação feita pelo Conselho. Em 2021, conquistou 81,89% do indicador e neste ano, chegou a 79,21% do total de requisitos exigidos pelo Prêmio CNJ de Qualidade.
 
Para o prêmio, o CNJ avalia quatro eixos temáticos: Governança, Produtividade, Transparência, Dados de Tecnologia. A iniciativa tem por objetivo estimular os tribunais a buscarem excelência na gestão e no planejamento de atividades, com aumento da eficiência da prestação de serviços.
 
A cerimonia de premiação deste ano ocorreu terça-feira (21 de novembro) durante o 16º Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado pelo CNJ, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília/DF. A presidente eleita do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva, representou o tribunal mato-grossense no evento que reuniu representantes dos 91 tribunais brasileiros.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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