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Conheça os tipos de garantias aceitas pela Desenvolve MT e como utilizá-las

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Na hora de contratar um financiamento, contar com garantias adequadas é essencial para a aprovação do crédito. Na Desenvolve MT, são aceitas três modalidades de garantias: aval de terceiro, fundo garantidor e garantia real. No caso da linha de crédito Desenvolve Transporte, o cliente tem a possibilidade de utilizar o veículo como garantia para viabilizar a contratação do crédito.

Após a análise da proposta, que leva, em média, oito dias úteis, a Desenvolve MT apresenta as opções viáveis de garantia, conforme o perfil de crédito do cliente. Neste momento, o cliente escolhe a alternativa que mais se adequa à sua realidade.

Conheça abaixo os tipos de garantias que podem ser apresentadas na Desenvolve MT no momento de solicitar o crédito.

Aval de Terceiro

O aval de terceiro, conhecido como avalista, é uma alternativa comum para operações de crédito. Nesse caso, a pessoa indicada assume a responsabilidade pelo pagamento da dívida caso o tomador não consiga cumprir com as obrigações. É necessário apresentar documentos pessoais, comprovante de renda e de endereço, além de passar por uma análise de capacidade de pagamento.

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Garantia Real

A garantia real, por sua vez, envolve bens como imóveis ou veículos. Essa modalidade é obrigatória em operações acima de R$ 300 mil e exige que o bem apresentado tenha valor mínimo de 150% do crédito solicitado. Veículos são aceitos se estiverem registrados no CNPJ da empresa, e imóveis precisam ser comprovadamente não únicos, no caso de pessoa física, para proteger o patrimônio familiar.

Fundo Garantidor

Já o fundo garantidor é uma solução criada para ampliar o acesso ao crédito. A Desenvolve MT opera com dois fundos, o MT Garante (Fundo de Aval Garantidor do Governo de Mato Grosso) e o FAMPE (Fundo de aval para as micro e pequenas empresas), uma iniciativa do Sebrae.

Esses fundos substituem a exigência de garantias convencionais e possuem critérios próprios de aprovação. Quando aprovado, o fundo garantidor cobre até 80% do valor da operação de crédito, funcionando como um fiador parcial. Durante a análise da proposta, o cliente é avaliado para saber se o mesmo se encaixa nos requisitos para utilização da modalidade.

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Em 2025

De janeiro a abril de 2025, a Desenvolve MT operou mais de R$ 18,5 milhões em crédito com o apoio de fundos garantidores, ampliando o acesso ao financiamento para empreendedores e produtores rurais que não dispõem de garantias reais.

Desse total, pouco mais de R$13 milhões foram viabilizados com o MT Garante, fundo do Governo de Mato Grosso, enquanto mais de R$ 5,5 milhões contaram com a garantia do Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas, administrado pelo Sebrae.

*Com supervisão de Livia Rabani

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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