MATO GROSSO
Conselheiro convida servidores para palestra sobre cuidados com a pele no Mutirão da Saúde do TCE-MT
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Uma palestra sobre cuidados com a pele, com a dermatologista Sandra Franco de Assis, vai abrir a programação do Mutirão da Saúde do Tribunal de Contas de Mato Grosso. O bate-papo será realizado no Espaço Cultural Liu Arruda, nesta quarta-feira (12), a partir das 9h.
Na programação, promovida pela Secretaria Executiva de Gestão de Pessoas por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT) e pela Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social (CPSAS), consta uma série de atividades voltadas à educação em saúde, doenças crônicas, ocupacionais e alimentação saudável, dentre outros.
Foi o que destacou o presidente da CPSAS, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, durante a sessão ordinária desta terça-feira (11). “O tema, muito bem escolhido, tem foco na prevenção de doenças e qualidade de vida. Teremos uma palestra extremamente importante, até porque o estado tem alto índice de câncer de pele”, disse.
No Mutirão, serão ofertadas aferição de pressão arterial e pesagem, teste de glicemia, ginástica cerebral, reflexologia, quick massage, além de stands com materiais educativos e informativos. A programação completa, exclusiva para servidores e colaboradores do TCE-MT, está disponível na Intranet.
A data do mutirão foi escolhida em homenagem ao Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho e Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho, celebrado em 28 de abril.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Fonte: TCE MT – MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT




