MATO GROSSO
Construção de imóveis com subsídio do Governo de MT melhora índice habitacional e gera emprego em Campo Verde
MATO GROSSO
O Programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, oferece subsídios para a entrada de imóveis, melhorando o indíce habitacional e gerando empregos.
Operário da construção civil, Welson dos Santos Rodrigues, de 30 anos, é um dos trabalhadores de outro estado que se mudaram para Campo Verde depois de conseguir uma oportunidade de ganhar mais. Há um ano, ele migrou de Rondônia para Mato Grosso.
“No meu estado a gente até trabalha, mas não ganha dinheiro. Aqui, em Mato Grosso, tem muita oportunidade e um bom salário. Como pedreiro eu não paro. Assim que acabar a obra aqui, já tem outra me aguardando”, relatou.
Pelo programa serão construídos, com subsídios do Governo, e em parceria com a Prefeitura Municipal, que doou os terrenos, 856 apartamentos apenas de Campo Verde. Deste total, 576 foram lançados nessa quarta-feira (10) no município, quando o governador Mauro Mendes e o prefeito da cidade, Alexandre Lopes, firmaram uma nova parceria e anunciaram a construção de outras 280 unidades.
Além de mudar a vida das pessoas que vão morar nos empreendimentos, o programa também fomenta a economia local e gera empregos.
As inscrições para ter acesso a subsídio do Governo do Estado na aquisição de um imóvel no residencial Florais do Campo 1 estão abertas e para o Florais do Campo 2 ainda serão disponibilizadas.
Durante o evento de lançamento, a primeira-dama Virginia Mendes exaltou a parceria com a Prefeitura Municipal em prol da melhoria da qualidade de vida da população.
“Esse programa é um divisor de águas dentro do que significa o SER, ter um lar é superar, é ter esperança e ter o respeito como garantia, unindo tudo isso, nós garantimos a dignidades das pessoas. Sou grata pela dedicação do presidente da MT Par, Wener Santos, que tem sido fundamental para o sucesso do projeto”, declarou.
Para o governador Mauro Mendes, os investimentos que estão sendo aplicados pelo Governo de Mato Grosso trazem resultados porque são utilizados com responsabilidade. “O dinheiro público vem de todos e quando usado da forma certa, a população vê o resultado e o retorno dele por meio de escolas, casas e outros benefícios”, assegurou.
O presidente da MT Par, Wener Santos, explicou que o acesso ao imóvel vem de uma parceria entre todos os governos. Enquanto o Governo de Mato Grosso oferece o subsídio, a prefeitura faz a doação do terreno e os valores da aplicação são repassados para o interessado em forma de desconto na entrada.
“Com este programa, o governo atende um público que pode pagar uma parcela a preço razoável, mas não tem como juntar o dinheiro da entrada. Foi uma ideia muito perspicaz da primeira-dama, Virgínia Mendes, que ao idealizar o programa se mostrou sensível a realidade da população e comprometida em ofertar dignidade às famílias por meio da moradia”, afirmou.

O programa
As moradias lançadas em Campo Verde integram o Programa SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada, na qual o Estado pode subsidiar cada unidade em até R$ 20 mil. O valor pode ser somado a outros subsídios, como os federais do Minha Casa, Minha Vida, e também acrescidos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, a partir dos requisitos exigidos pela Caixa Econômica Federal (CEF)
As pessoas interessadas em adquirir uma delas devem fazer o cadastro no Sistema de Habitação do Estado de Mato Grosso (SihabMT), que está em destaque no site da MT Par. Depois de preencher o formulário, o sistema apresenta os empreendimentos disponíveis no município e arredores para manifestação de interesse e, posterior, emissão do Comprovante de Cadastro de Interesse (CCI), com o qual o futuro mutuário deve procurar uma construtora e dar início ao processo de aquisição. Reforçando, o processo inicial tem quatro etapas: cadastro no SihabMT, manifestação de interesse, impressão do CCI e busca pela construtora.
O programa SER Família Habitação está dividido da seguinte forma: faixa 0, 1, 2 e 3. O faixa 0 é para famílias que não possuem renda e estão cadastradas no CadÚnico; o faixa 1 para famílias com renda até R$ 2.640; faixa 2 com renda familiar bruta entre R$ 2.640 até R$ 4,4 mil; e faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil até R$ 8 mil.
A modalidade entrada facilitada atende as faixas 1,2 e 3. Já a faixa 0 é atendida por casas doadas, cuja construção é coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).¿
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis
Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.
A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.
Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.
A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.
Mais de uma década de pesquisas
A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.
Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.
Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.
Benefícios ambientais e econômicos
O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.
A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.
Reconhecimento científico
De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.
Fonte: Governo MT – MT
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