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Consulta de cadastro no Programa SER Família já está disponível para moradores de Cuiabá

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Os moradores de Cuiabá que participaram do Mutirão Programa SER Família já podem consultar se foram inseridos no programa de transferência de renda promovido pelo Governo de Mato Grosso e executado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc). A ação foi realizada entre os dias 30 de junho e 10 de julho em diversos bairros e comunidades da capital, com o objetivo de alcançar famílias em situação de vulnerabilidade social.

Idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, o Programa SER Família foi ampliado neste ano, passando a atender famílias com renda per capita de até R$ 218, conforme os novos critérios do Cadastro Único (CadÚnico). O benefício, que antes era pago a cada dois meses, agora será depositado mensalmente, no valor de R$ 150.

“O SER Família é muito mais do que um programa de transferência de renda. É um gesto de amor, um ato de empatia e esperança. Com esse programa, estamos transformando a realidade de milhares de famílias em Mato Grosso, promovendo dignidade”, afirmou a primeira-dama.

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O Programa SER Família conta com diversas vertentes, como SER Família Criança, SER Família Idoso, SER Família Indígena e SER Família Inclusivo, ampliando o atendimento a diferentes públicos e reforçando o compromisso do Governo do Estado com a proteção social e a dignidade das famílias mato-grossenses.

Em Cuiabá, os atendimentos ocorreram em cinco polos urbanos e também em comunidades da zona rural, como os distritos da Guia, Coxipó do Ouro e Aguaçu. A iniciativa foi conduzida por equipes técnicas da Setasc, com o apoio das prefeituras.

“Com a ampliação do SER Família, vamos alcançar um número ainda maior de famílias que vivem em situação de vulnerabilidade em todo o estado. A atualização dos critérios permite incluir pessoas que antes não eram contempladas, ampliando o alcance social do programa. Nosso objetivo é garantir que nenhuma família que precise fique de fora. Essa é uma política pública construída com responsabilidade, sensibilidade e compromisso com a população mais fragilizada”, destacou o secretário Klebson Haagsma.

Para saber se o cadastro foi aprovado, os interessados devem entrar no site da Setasc aqui, pelos telefones (65) 3613-5701, (65) 3613-5722 ou (65) 99233-0817, ou pelo e-mail: [email protected] .

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Fonte: Governo MT – MT

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Justiça e Corpo de Bombeiros se unem pela pacificação social em Rondonópolis

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Bombeiros de uniforme laranja perfilados em frente ao quartel

O Corpo de Bombeiros é reconhecido por salvar vidas e apagar incêndios que destroem o patrimônio físico, mas, nesta terça-feira (16), transformou-se em um espaço de diálogo voltado à cultura da paz social, direitos fundamentais e cooperação institucional.
Numa parceria inédita, o Poder Judiciário de Mato Grosso e o comando da unidade de bombeiros militares de Rondonópolis realizou um ciclo de palestras direcionado a todo o efetivo militar local e da região, com foco em duas ferramentas essenciais para a harmonia comunitária: a Autocomposição e a Justiça Restaurativa.
O encontro foi conduzido pelo juiz Wanderlei José dos Reis, coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Rondonópolis, que expôs sobre duas políticas públicas judiciárias.
O objetivo central da iniciativa foi estreitar os laços entre as instituições e a sociedade civil, demonstrando como os métodos consensuais podem transformar a realidade local, mitigar a judicialização e promover a verdadeira reparação de danos.
Homem de terno preto dá entrevista a repórter de camisa verde, que segura um celular. Ao fundo, um bombeiro de uniforme laranja observa a cena em frente ao batalhão, sob céu nublado.Logo na abertura dos trabalhos, às 8h da manhã, o juiz Wanderlei Reis traçou um paralelo entre a nobre missão dos bombeiros e a atuação do Judiciário moderno. Para o magistrado, as duas instituições atuam, cada uma à sua maneira, na preservação da integridade e no restabelecimento da ordem.
“O que trazemos hoje, em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso, aos bombeiros militares é a proposta de agirmos juntos também como pacificadores, utilizando o diálogo e as práticas restaurativas para ‘apagar os incêndios’ sociais e relacionais antes que eles se transformem em tragédias ou em processos judiciais. A farda militar carrega disciplina e proatividade, valores fundamentais para propagar essa cultura de pacificação social”, destacou o juiz coordenador.
O comando do 3º Batalhão ressaltou que receber o Judiciário no quartel amplia os horizontes da corporação e contribui diretamente para a formação humana do efetivo. “A aproximação das instituições é muito saudável e importante para conhecimento dos instrumentos que a Justiça dispõe e que ainda não conhecíamos, como a justiça restaurativa. Ficamos muito felizes pela parceria com o Poder Judiciário e pelo conhecimento adquirido por toda tropa aqui hoje. Nosso desejo é participar e divulgar esse trabalho de maneira cidadã à toda a sociedade”, pontuou o comandante Tenente-coronel BM Ednaldo Fernando Rodrigues.
O ciclo foi dividido em dois eixos temáticos que prenderam a atenção dos militares durante toda a manhã. Na primeira conferência, intitulada “A Autocomposição e o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) e seus papéis na pacificação social”, o palestrante esmiuçou como a estrutura do Cejusc atua como porta de entrada para uma justiça mais ágil e humana, baseada na cooperação mútua.
Na sequência, o magistrado aprofundou o debate com o tema “O papel da Justiça Restaurativa em promover a reparação de danos e a pacificação social”. O foco foi demonstrar que o modelo restaurativo, que recentemente teve sua apresentação em parceria com o Exército Brasileiro e em escolas cívico-militares, busca reparar as relações rompidas pelo conflito, gerando autorresponsabilidade.
“O conhecimento e a empatia são instrumentos definitivos de transformação. Quando o militar compreende a profundidade da Justiça Restaurativa, ele se torna um agente multiplicador da paz social nas ruas, nas ocorrências e nos projetos sociais que a própria corporação desenvolve em nossa terra. Ou seja, todos saem ganhando com o conhecimento e prática dessas ferramentas que são políticas públicas judiciárias”, concluiu o juiz Wanderlei José dos Reis.
O capitão BM Roberto Coelho de Lima, que também atua diretamente na gestão da tropa, enalteceu a aplicabilidade prática das metodologias restaurativas na rotina militar. “Contamos com um contingente expressivo e a Justiça Restaurativa surge como uma ferramenta viável para solucionar eventuais conflitos internos no cotidiano do batalhão. Nossa expectativa é a formação de facilitadores para que possamos aplicar essas técnicas de forma contínua no nosso dia a dia”, pontuou o oficial.
Ainda novo na instituição militar, mas já imbuído de um espírito pacificador, o Tenente BM Felipe Cruz Vieira confidenciou que busca aplicar princípios da cultura de paz dentro do batalhão. “Buscamos sempre adotar princípios semelhantes aos da justiça restaurativa e seguindo essa linha de cultura de paz aqui dentro do batalhão, procurando resolver os problemas através do diálogo e da paz, assim como o Cejusc tem buscado fazer para toda a sociedade”, completou.

Autor: Assessoria

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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