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Corpo de Bombeiros realiza Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais a partir de segunda-feira (16)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, o ForestFire 2025 – Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais, evento inédito no Brasil e que reunirá especialistas de 10 países, pesquisadores e comandantes dos 27 Corpos de Bombeiros Militares do país, entre os dias 16 e 18 de junho.

A programação conta com palestras técnicas, minicursos e uma feira de expositores com entrada gratuita e aberta ao público. Estarão presentes representantes e palestrantes de países como Portugal, Estados Unidos, Canadá, México, Nova Zelândia, Espanha, Chile, Irlanda, França e Brasil.

Durante os três dias de evento, os participantes terão acesso a palestras com autoridades internacionais, workshops práticos, painéis de discussão e exposição de tecnologias inovadoras voltadas à prevenção, monitoramento e combate a incêndios florestais.

Além de comandantes e especialistas estrangeiros, o congresso reúne também bombeiros, gestores ambientais e profissionais envolvidos no manejo e combate a incêndios florestais de diversas partes do mundo, promovendo a troca de experiências e o fortalecimento da cooperação internacional na gestão de incêndios.

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Sugestão de Pauta
Evento: ForestFire 2025 – Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais
Data e horário: 16 a 18 de junho de 2025; 08h às 18h.
Local: Centro de Eventos do Pantanal – Cuiabá/MT.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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