MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros socorre vítima presa em ferragens após acidente na MT-244
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, nesta terça-feira (17.3), um homem que ficou preso às ferragens de uma carreta após um acidente na MT-244, em Campo Verde (a 131 km de Cuiabá).
A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada por volta das 9h50, por meio do telefone de emergência 193, para atender a uma ocorrência de trânsito envolvendo o tombamento de uma carreta.
No local, os bombeiros militares encontraram o veículo já fora da pista e tombado. O condutor, de 46 anos, estava com as pernas presas às ferragens. Imediatamente, a equipe iniciou o atendimento pré-hospitalar, avaliando o estado geral da vítima, incluindo o nível de consciência e possíveis lesões decorrentes do acidente.
Na sequência, foi iniciado o procedimento de desencarceramento para o resgate da vítima. Devido à complexidade da ocorrência, foi necessária a utilização de dois caminhões munck, três macacos hidráulicos, uma esmerilhadeira e um tirfor para a retirada da vítima das ferragens. Após o desencarceramento, a vítima recebeu os atendimentos necessários e foi encaminhada a uma unidade de saúde para avaliação médica.
Não há informações sobre as circunstâncias do acidente. A ocorrência contou ainda com o apoio da Polícia Militar.
Fonte: Governo MT – MT
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



