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Corregedor e juízes auxiliares participam da 11ª edição do Fórum Nacional das Corregedorias

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O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, e os juízes auxiliares, João Filho de Almeida Portela e Jorge Alexandre Martins Ferreira participam nesta quarta-feira (29), da 11ª edição do Fórum Nacional das Corregedorias (Fonacor), em Brasília (DF). O evento reúne representantes das Corregedorias do Poder Judiciário de todo o país e está estruturado para apresentar as principais ações, diretrizes e programas da Corregedoria Nacional de Justiça ao longo do biênio 2024–2026.
No encontro, serão apresentadas normas recentes editadas pela Corregedoria Nacional, além de sistemas já implementados ou em desenvolvimento, metas institucionais e os próximos passos dos programas conduzidos em parceria com as unidades federativas.
Os participantes também terão a oportunidade de conhecer melhor programas como Solo Seguro (Favela & Comunidades, Amazônia Legal), Novos Caminhos e Registre-se! (Brasil Parente, PopRua), todos voltados ao fortalecimento institucional e à melhoria da prestação jurisdicional.
No período da tarde, serão aprofundados temas como padronização, automação e inteligência artificial, com o lançamento do Programa de Execução Efetiva. O evento será encerrado com a apresentação das metas para 2026, premiações e a participação de autoridades da Corregedoria e da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam).
Fórum – Instituído pelo Provimento nº 80/2018, do CNJ, o Fonacor é um órgão permanente destinado a integrar, alinhar e padronizar a atuação das corregedorias de todos os ramos do Poder Judiciário. Sua finalidade é fomentar estudos, estabelecer diretrizes nacionais, difundir boas práticas e coordenar políticas públicas na esfera correicional.

Autor: Larissa Klein

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJMT mantém excelência na proteção de mulheres em situação de violência doméstica

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Os números levantados pela Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso revelam um sistema que não apenas recebe as demandas da área de violência doméstica, mas as responde com agilidade crescente. Das 17.629 solicitações de medidas protetivas registradas ao longo do ano passado, 13.944 resultaram em concessão integral da proteção e outras 2.233 em concessão parcial. O ritmo seguiu intenso no início de 2026: entre janeiro e março, foram 4.469 novos casos e 3.538 medidas deferidas.

Um dos avanços mais concretos está no tempo que o processo leva até o julgamento. Em 2025, a média era de 815 dias. Nos primeiros meses de 2026, esse número já caiu para 762 dias, uma redução que, na prática, significa que mulheres em situação de risco esperam menos tempo por uma resposta definitiva da Justiça.

O volume de ações penais também reflete o compromisso do Judiciário com a responsabilização: foram 6.088 processos em 2025 e 1.147 até março deste ano. No mesmo período, 3.445 sentenças de procedência foram proferidas em 2025, com outras 764 já nos primeiros meses de 2026.

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Para os crimes de maior gravidade, o TJMT mantém atenção especial. Atualmente, 112 processos de feminicídio estão em tramitação no judiciário estadual. Em 2025, foram realizadas 93 sessões de júri para julgamento desses casos, e outros 17 já ocorreram entre janeiro e março de 2026.

Os dados colocam Mato Grosso em evidência no cenário nacional pelo desempenho na análise de medidas protetivas, instrumento que pode ser decisivo para interromper um ciclo de violência antes que ele resulte em tragédia.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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