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Corregedoria alinha planejamento da 4ª edição da Semana Nacional do Registro Civil

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Reunião presencial com representantes de instituições parceiras, sentados ao redor de uma mesa em formato de “U”, em sala de reuniões da Corregedoria, durante alinhamento do Programa Registre-se.A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ) realizou, sexta-feira (6), reunião preparatória para a 4ª edição da Semana Nacional do Registro Civil (Registre-se!), que será realizada de 13 a 17 de abril de 2026. O encontro ocorreu na sala de reuniões da Corregedoria e teve como objetivo definir as diretrizes operacionais da ação, que visa ampliar o acesso à documentação civil básica e a serviços essenciais para populações em situação de vulnerabilidade social.

A reunião foi conduzida pela juíza auxiliar da CGJ, Myrian Pavan Schenkel, e contou com a participação de representantes das instituições parceiras envolvidas na execução do programa.

Durante o encontro, foram definidos os polos de atendimento e os públicos prioritários. As ações ocorrerão em Cuiabá entre os dias 13 e 17 de abril, com foco em pessoas privadas de liberdade, egressos do sistema prisional as pessoas em situação de rua/vulnerabilidade social, pessoas trans e imigrantes. Em Rondonópolis, o atendimento será voltado a idosos e população em situação de rua, no âmbito do Pop Rua Jud.

As instituições parceiras são a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Fundação Nova Chance (Funac), Defensoria Pública do Estado (DPE), Defensoria Pública da União (DPU), Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Receita Federal do Brasil (RFB), Associação dos Registradores de Pessoas Naturais de Mato Grosso (Arpen-MT) e Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg).

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Já no Polo Sinop o público prioritário é da comunidade indígena, o município-sede ainda será definido entre Sinop, Cláudia, Vera, Itaúba, Santa Carmem. Participam como parceiros a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o Distrito Sanitário Especial Indígena Xavante (DSEI Xavante), a Defensoria Pública local, a Politec, a Receita Federal e as Secretarias Municipais de Assistência Social. Um dos serviços ofertados é a Retificação do nome indígena (Resolução Conjunta nº 12/2024).

Para a juíza auxiliar da Corregedoria, o engajamento das instituições é essencial para o sucesso do programa.

“O Registre-se é uma ação que só se concretiza com a união de esforços. A participação ativa de cada parceiro demonstra o compromisso coletivo com a cidadania e com a garantia de direitos fundamentais às pessoas em situação de vulnerabilidade. Esse alinhamento prévio é fundamental para que possamos oferecer um atendimento eficiente, humanizado e com impacto social real”, destacou a juíza Myrian Pavan Schenkel.

Logo com fundo claro em degradê, com tons suaves de verde e azul. Ao centro, está o texto “Registre-se!” em destaque, seguido da frase “Semana Nacional do Registro Civil”.Com a publicação do Provimento nº 199/2025, de 25 de julho e 2025, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Semana Nacional de Registro Civil – Registre-se! foi antecipada para abril de 2026. A iniciativa promovida pelo CNJ em todo Brasil busca erradicar o sub-registro civil e ampliar o acesso à documentação básica para pessoas em situação de vulnerabilidade. Com o apoio de diversos órgãos, vários serviços serão ofertados como: emissão de certidões de nascimento e casamento, regularização do CPF, emissão de documentos de identidade, com a inclusão da identidade de pertencimento quilombola nas certidões (Provimento CGJ nº 75/2025) e Retificação do nome indígena (Resolução Conjunta nº 12/2024), além de informações sobre registro tardio.

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Autor: Assessoria de Comunicação

Fotografo:

Departamento: CGJ-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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