MATO GROSSO
Defesa Civil do Estado participa de entrega do Plano de Contingência de Campo Verde
MATO GROSSO
A Defesa Civil de Mato Grosso participou, nesta quinta-feira (13.11), da entrega do Plano de Contingência do município de Campo Verde, realizada em uma audiência pública, no auditório da Prefeitura.
O documento estabelece protocolos que orientam a atuação integrada dos órgãos responsáveis em casos de situação de emergência ou estado de calamidade pública no município.
O Plano de Contingência tem sido elaborado desde o mês de maio pelo Município, com apoio da Defesa Civil do Estado e em parceria com diversas instituições, e reúne informações essenciais para a gestão de riscos e desastres no município, como o mapeamento das áreas vulneráveis, os cenários de riscos identificados pelas instituições, os materiais disponíveis e o protocolo de atendimento à população.
O secretário de Proteção e Defesa Civil do Estado, coronel BM Marcelo Reveles, ressaltou o compromisso da instituição de apoiar as prefeituras na gestão de riscos e fortalecer a rede de proteção no Estado.
“A entrega do plano de Campo Verde reforça esse compromisso da instituição de oferecer apoio e atuar como parceira para que os municípios estejam cada vez mais preparados para enfrentar situações de emergência”, afirmou.
No município, a Defesa Civil do Estado prestou apoio técnico para o levantamento das áreas de risco, mapeamento de rotas de fuga e pontos de encontro, abrigos temporários, definição de protocolos de atuação e cenários de risco.
Campo Verde é o segundo município do Estado a concluir a elaboração do Plano de Contingência.
Participaram da entrega do documento representantes do Corpo de Bombeiros, Instituto Federal de Mato Grosso e empresas privadas.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
Fonte: Ministério Público MT – MT



