Eleições 2022
Depois de 30 anos o Araguaia deve voltar a eleger um deputado federal
MATO GROSSO
Pontuando em todas as pesquisas e favorito na região do Araguaia Ernando Cardoso do Republicanos deve ser eleito no próximo dia 02.
Em campanha forte em todo o estado, e com o período eleitoral em reta final, o empresário, agropecuarista e agricultor, Ernando Cardoso, candidato a deputado federal, desponta como o favorito para representar a região do Araguaia com chances reais de se eleger pelo partido Republicanos e quebrar o jejum de 30 anos que a região não consegue conquistar uma vaga na Câmara Federal.
Convocando o voto regionalista, Ernando, está conseguindo unir o Vale do Araguaia em torno de sua proposta de fortalecer a região. “Vamos valorizar o nosso voto. Sou candidato a deputado federal, pois essa entidade é a que mais falta na região do Araguaia. Precisamos de alguém para trabalhar por ela. Eu vou pegar essa ordem de serviço, correr para Brasília, no congresso nacional e trabalhar por aquilo que o povo precisa”.
Lutando pela região, Ernando ressalta que o Araguaia precisa de um deputado federal para destravar pautas importantes e buscar políticas que contemplem o desenvolvimento do município de Mato Grosso. “Araguaia é a terceira região que mais produz alimento, além de ser a mais nova fronteira agrícola. Precisamos com essa força de produção, de um representante que dê voz para essa região que tanto cresce”.
Com pautas que buscam aprimorar a infraestrutura urbana, saúde e educação da cidade, Ernando Cardoso, ainda visa trazer para Mato Grosso a agroindústria, que liga a agricultura ao comércio. “Conhecendo as nossas dificuldades de desenvolvimento, precisamos trazer para o nosso Estado a agroindústria e junto com ela a agricultura familiar, para não só gerar empregos como também para dar oportunidades de trabalho”.
Contando que sente na pele e no bolso a falta de infraestrutura e desenvolvimento igual a toda a população da região, Ermando afirma que essa luta não é só dele, mas sim de todo o povo do Araguaia. Segundo pesquisas recentes, Ernando se apresenta como o Candidato mais lembrado na região do Araguaia e um dos mais citados em todo o estado, otimista em relação aos números o candidato se diz confiante e preparado para trabalhar pelo desenvolvimento da região.
“O Araguaia precisa de um representante que saiba das dores e dificuldades desta região não podemos mais servir de moeda de troca em época eleitoral o povo daqui merece respeito, vou trabalhar muito e nossa região vai voltar a crescer”, finalizou o candidato.
Fonte: Eleições 2022
MATO GROSSO
Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis
Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.
A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.
Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.
A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.
Mais de uma década de pesquisas
A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.
Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.
Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.
Benefícios ambientais e econômicos
O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.
A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.
Reconhecimento científico
De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.
Fonte: Governo MT – MT
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