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Desfile apoiado pela primeira-dama Virginia Mendes valoriza a cultura e a arte afro em MT

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Glamour e cores vibrantes marcaram a 3ª edição do desfile Afro Fashion, uma iniciativa idealizada e organizada pelo produtor de moda Marcelo Rondon. O evento realizado nesta segunda-feira (27.11) contou com o apoio da madrinha, a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, que prestigiou a ocasião ao lado do governador Mauro Mendes, além do respaldo do deputado estadual Paulo Araújo.

Além do desfile, foram entregues homenagens com Moção de Aplausos e o troféu Mãe Bonifácia, a primeira-dama Virginia Mendes e outras 38 personalidades foram agraciadas.

O desfile Afro Fashion, conforme o projeto, tem como propósito transformar vidas de jovens afrodescendentes, valorizando a cultura, arte e beleza. A plateia teve o privilégio de assistir a 50 modelos, incluindo crianças, jovens e adultos, preparados pela empresa Rondon Models Produções e Eventos.

Nesta edição, a expressão da cultura afro foi o ponto central do evento. A primeira-dama Virginia Mendes enfatizou que todas as pessoas, independentemente de cor ou diversidade, têm o direito de estar onde desejam.

“Todas as pessoas, independente da etnia, cor, religião, merecem estar onde desejarem. O evento, além de belo, nos convida à reflexão sobre o que temos feito em relação ao racismo e qual é o nosso posicionamento diante das barbáries que ainda testemunhamos. Agradeço ao deputado Paulo Araújo pela parceria, ao querido Marcelo Rondon e a todas as pessoas que contribuíram para a realização deste evento”, afirmou a primeira-dama.

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O governador Mauro Mendes destacou a importância de reconhecer a cultura afro. “Receber todos vocês aqui no Palácio Paiaguás é uma grande alegria, num momento de reconhecimento e manifestação cultural. Nossa cultura afro é fundamental no Brasil e extremamente importante em Mato Grosso. É essencial que o Estado, a sociedade e todos nós compreendamos a diversidade plural do nosso país”, declarou.

O deputado estadual Paulo Araújo enfatizou a importância da ação coletiva para a realização do evento. “Essa ação é extremamente importante para o nosso Mato Grosso. Agradeço à primeira-dama Virginia Mendes por abraçar essa causa, ao governador Mauro Mendes por todo o apoio, ao idealizador Marcelo Rondon por nos dar a oportunidade de ajudar a realizar este lindo evento e a todas as pessoas que contribuíram para este resultado”.

Marcelo Rondon anunciou que, a partir deste evento, o projeto entra para o rol de eventos oficiais. “O evento foi incrível, a palavra é gratidão. Foi maravilhoso sermos recebidos aqui no Palácio Paiaguás. Agora, o Mato Grosso Fashion Day realmente entrou para a honraria dos melhores eventos do Estado”.

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O jornalista Raul Lázaro recebeu uma Moção de Aplausos em reconhecimento ao trabalho voluntário prestado a pessoas em situação de rua e dependentes químicos. “Há nove anos estou com o projeto ‘Hip Hop Combate as Drogas’, levando uma mensagem de esperança, amor e caridade. Agradeço a oportunidade de estar aqui no evento e receber esta homenagem das mãos da primeira-dama Virginia Mendes foi muito especial”.

A poetisa e presidente Imortal da Academia Mato-grossense de Letras, Luciene de Carvalho, recebeu uma Moção de Aplausos e exaltou a vitrine de oportunidades proporcionada pelo Palácio Paiaguás a todos os participantes.

“Agradeço de coração o reconhecimento e ressalto que foi muito interessante a forma como o Palácio Paiaguás acolheu a diversidade. A primeira-dama Virginia Mendes é uma mulher empoderada e comprometida com essa causa, sendo uma influência positiva”.

Nesta edição, o Desfile Afro Fashion arrecadou caixas de leite que serão doados para a Associação de Apoio aos Pacientes Oncológicos de Cuiabá, com atendimento de mais de 1.400 pacientes por mês.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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