MATO GROSSO
Estão abertas as inscrições para o curso de Gestão por Processos e modelagem no Bizagi Modeler
MATO GROSSO
A Escola de Governo, vinculada à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag-MT), está com inscrições abertas para o curso “Introdução à Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler”. São oferecidas 200 vagas, destinadas exclusivamente aos servidores públicos do Poder Executivo Estadual.
A capacitação tem como objetivo aprimorar a gestão de processos, promovendo a padronização de atividades, com base em métodos de mapeamento e modelagem de processos utilizando a notação BPMN e a ferramenta Bizagi Modeler, contribuindo para a modernização e eficiência da administração pública.
As inscrições são gratuitas, feitas de forma on-line, e estarão disponíveis até o dia 18 de novembro, ou enquanto houver vagas. A capacitação será realizada na modalidade a distância (EaD), entre os dias 24 de novembro a 19 de dezembro de 2025.
O curso está dividido em quatro módulos, com carga horária total de 20 horas-aula. Os participantes que cumprirem os requisitos, como frequência mínima e realização das atividades, receberão certificado de conclusão.
O link de acesso ao curso será enviado antecipadamente para o e-mail e/ou número de WhatsApp informados no momento da inscrição. Por isso, é importante que os interessados mantenham seus dados de contato atualizados no sistema.
Serviço | Introdução em Gestão por Processos de BPM e Introdução à Notação BPMN utilizando Bizagi Modeler
Data: 24 de novembro a 19 de dezembro
Como: na modalidade EaD pela plataforma Google Classroom
Outras informações acesse o link.
*Com supervisão de Giordanna Santos
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Julgamento é retomado com interrogatório dos réus
O julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi retomado na manhã desta quarta-feira (30), no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Após o encerramento do primeiro dia de instrução, as partes desistiram da oitiva das testemunhas que ainda estavam arroladas para depor, permitindo o avanço da sessão para a fase de interrogatório dos réus.Os trabalhos foram reiniciados com o interrogatório de Antônio Gomes da Silva, apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) como o autor dos disparos que resultaram na morte do advogado. Na sequência, também deverão ser interrogados os demais réus, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida (NDV). A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Também integra a acusação, como assistente, o advogado Giovani Santin.Durante o primeiro dia de julgamento, realizado na terça-feira (29), foram ouvidas seis testemunhas, entre elas delegados da Polícia Civil e da Polícia Federal que atuaram nas investigações do caso. As oitivas abordaram a dinâmica do crime, o planejamento da ação criminosa e os elementos probatórios reunidos ao longo da apuração conduzida pelas forças de segurança.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins avaliou o primeiro dia como produtivo no que se refere à instrução e ao esclarecimento dos fatos. Ele destacou o papel do Ministério Público no Tribunal do Júri e criticou estratégias utilizadas para atacar a imagem da vítima.“Estamos defendendo a vida de um ser humano e aqui o Ministério Público tutela o direito à vida de qualquer pessoa, sem fazer qualquer tipo de discriminação. Justificar esse tipo de situação atacando a figura da vítima nada mais é do que uma retórica colocada a serviço da injustiça, da impunidade e daquilo que a sociedade não deseja”, afirmou o promotor de Justiça.O promotor de Justiça Samuel Frungilo lembrou ainda que, segundo a acusação, o envolvimento dos réus como executores e intermediários está demonstrado tanto pelas oitivas das testemunhas realizadas no primeiro dia quanto pelas investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Polícia Federal. “Essa organização foi contratada para matar Roberto Zampieri, e foi isso que fez”, afirmou.Conforme a denúncia oferecida pelo MPMT, Antônio Gomes da Silva é acusado de executar o homicídio. Hedilerson Fialho Martins Barbosa teria participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas é apontado como integrante da empreitada criminosa.O julgamento prossegue ao longo do dia com os interrogatórios e as demais fases processuais previstas para o Tribunal do Júri.
Fonte: Ministério Público MT – MT



