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Estímulo à autonomia financeira de mulheres é debatido em reunião

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Um Grupo de Trabalho (GT) da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra Mulheres de Várzea Grande se reuniu para dialogar sobre o projeto-piloto “Empodera”, na segunda-feira (21), na Secretaria Municipal de Assistência Social. Lançada este ano, a iniciativa visa fomentar a efetivação de Políticas Públicas de Geração de Emprego e Renda de maneira a proporcionar condições para que as mulheres em situação de vulnerabilidade social, prioritariamente, desenvolvam autonomia financeira. A ideia é que o projeto auxilie também outras mulheres residentes no município.

Participaram da reunião o titular da 6ª Promotoria de Justiça Criminal de Várzea Grande, Marcelo Lucindo Araújo, as assistentes sociais do Núcleo de Serviço Social das Promotorias de Justiça de Várzea Grande, a secretária Municipal de Assistência Social, Ana Cristina Vieira, e servidores do Programa Qualifica+VG. A equipe discutiu o trabalho realizado em 2022 e os pontos a serem melhorados no próximo ano.

Balanço das atividades – As reuniões da Rede de Enfrentamento ocorreram periodicamente no decorrer de todo o ano. O último encontro com todos os integrantes ocorrerá no dia 1º de dezembro de 2022, durante o qual será realizada a Oficina de Monitoramento e Avaliação das atividades anuais.

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Além do projeto-piloto “Empodera”, foram desenvolvidos o Serviço de Reflexão Para Homens, em parceria com o Centro Universitário de Várzea Grande (Univag), e a Patrulha Maria da Penha, em parceria com a Prefeitura Municipal de Várzea Grande (Secretaria Municipal de Defesa Social) e Polícia Militar do Estado de Mato Grosso.

A Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra Mulheres de Várzea Grande também atuou na elaboração e pactuação de Protocolos e Fluxos de Atendimento dos serviços Patrulha Maria da Penha, Delegacia, Serviço de Reflexão Para Homens, Casa-Abrigo, bem como na padronização de comunicação à autoridade policial a ser realizada por profissionais de saúde.

Fonte: MP MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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