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Estreia: programa “Justiça e Diálogo” apresenta ações da Corregedoria para fortalecer o Judiciário

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Arte do programa de TV Justiça e Diálogo, nas cores azul e branco, com o símbolo da balança da justiça dentro do desenho de um balão de diálogo. Na parte inferior, aparece o brasão do Poder Judiciário de Mato Grosso.Já está no ar o primeiro episódio do programa “Justiça e Diálogo”, uma iniciativa da Coordenadoria de Comunicação Social do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que chega com a proposta de mostrar, de forma simples e transparente, como o Poder Judiciário atua para transformar a vida das pessoas.

Neste episódio de estreia, o convidado é o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, que aborda o papel da Corregedoria na orientação, fiscalização e aprimoramento dos serviços judiciais no primeiro grau de jurisdição.

Durante a entrevista, conduzida pela jornalista Fernanda Fernandes, foram destacados temas importantes como as inspeções e correições realizadas nas comarcas para conhecer as realidades locais e promover melhorias, além de programas de impacto social, como o Mais Júri, o Registre-se e o Solo Seguro, voltados à cidadania e à regularização fundiária.

A conversa também abordou iniciativas de inovação, como o sistema de reconhecimento facial para acompanhamento de réus, bem como projetos reconhecidos nacionalmente, como o Bebê Cidadão e o Cartório Inclusivo, que ampliam o acesso a direitos e fortalecem a dignidade das pessoas.

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📺 Assista ao episódio completo: https://www.youtube.com/watch?v=ts_vvA8yT-A

O programa ‘Justiça e Diálogo’ vai ao ar todos os sábados, às 17 horas, na TV Assembleia, pelo canal 30.1 em Cuiabá e Várzea Grande ou no canal 9.2 nas outras cidades de Mato Grosso. No Youtube, o programa fica disponível para assistir quando e onde quiser.

Autor: Ana Assumpção

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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