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Evento da Seduc destaca protagonismo de alunos e professores voltado à preservação ambiental e sustentabilidade

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) realizou, na manhã desta quarta-feira (11.6), o evento ‘Educação Ambiental e Sustentabilidade: Práticas e Resultados na Rede Estadual de Ensino”, encerrando atividades iniciadas durante a Semana Nacional do Meio Ambiente (1º a 5 de junho). O objetivo foi dar visibilidade às ações ambientais realizadas nas escolas da rede estadual.

A iniciativa também destacou o protagonismo de diretores escolares, coordenadores pedagógicos, professores e estudantes que vem desenvolvendo práticas transformadoras, conectadas à realidade dos territórios e voltadas à preservação ambiental e à cidadania sustentável.

Além de valorizar essas experiências, o evento trouxe parcerias institucionais que contribuem de forma estratégica com os projetos de educação ambiental da rede pública. Entre elas o projeto Global Goals Educa, Sentinelas do Amanhã – do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, e ações conjuntas com as secretarias estaduais de Meio Ambiente (Sema-MT) e de Planejamento e Gestão (Seplag-MT).

A secretária adjunta Executiva da Seduc, Flávia Emanuelle, que representou o secretário de Educação Alan Porto, avaliou que a educação ambiental ensinada em sala de aula reflete nas famílias dos estudantes e vai além, se multiplicando na sociedade como um todo.

“Quando olho e vejo esse auditório lotado de educadores, gestores, alunos e parceiros, me sinto realizada porque estamos fazendo parte de um capítulo importante nesta virada de página por um ambiente mais sustentável”, completou ela.

Flavia evidenciou que um trabalho como esse não se faz sozinho. “Quando reunimos todas essas pessoas em uma convergência de ações, se torna possível trabalhar a questão ambiental de forma diferenciada. Assim, vivenciamos todo esse protagonismo que vemos hoje”.

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A secretária Executiva fez questão de reafirmar e divulgar as parcerias institucionais que, segundo ela, colaboram com as políticas do Programa EducAção 10 anos. “Elas contribuem com formação, ações de campo, materiais educativos, apoio técnico e articulação institucional, ampliando o alcance e a efetividade das iniciativas promovidas pela rede estadual”.

O presidente da Áster, Luiz Piccinin, foi um dos parceiros que prestigiou o evento a convite da Seduc. Ele destacou que educação ambiental e sustentabilidade se constroem com informação qualificada. E que, por isso, é preciso desmistificar boatos e evidenciar fatos, sobretudo entre a comunidade escolar.

Ele falou sobre o Projeto Global Goals Educa – Integração dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Educação, uma Perspectiva Nacional e Global, que tem como objetivo capacitar professores para integrar os ODS ao ensino. Se baseia em diretrizes globais, como a Agenda 2030 da ONU, e em políticas nacionais, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Plano Nacional de Educação (PNE).

“Esse é um dos fortes objetivos do Projeto Global Goals Educa, concebido pela NTICS e patrocinado pela Áster. A formação gratuita voltada à sustentabilidade já conta com a adesão de mais de 23 mil educadores brasileiros”, contou Piccinin, ao público que lotou o auditório da Seduc.

Na mesma linha da sustentabilidade envolvendo a rede pública de ensino, o coronel Flávio Glêdson Bezerra, comandante geral do Corpo de Bombeiros, apresentou o Programa Sentinelas do Amanhã: protegendo o presente, garantindo o futuro.

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De acordo com ele, a intenção é engajar crianças e adolescentes em ações de prevenção e segurança, especialmente no contexto da estação seca e risco de incêndios florestais.

“Tenho certeza de que o sucesso de qualquer programa passa pela educação. O tema da educação ambiental, por exemplo, é transversal e faz parte do currículo escolar de alguma forma”, destacou Flávio Glêdson.

O evento também contou com apresentação de boas práticas pela professora da educação básica, Andréia Cristina da Motta; formações continuadas de professores pelo projeto Global Goals Educa e pela NCTIS Projetos; curso de Aperfeiçoamento em Educação Ambiental e Justiça Climática: Uma contribuição para a Educação Básica Brasileira, ministrado por Giselly Rodrigues das Neves Silva Gomes, da Escola de Governo (Seplag).

Nas apresentações de projetos os destaques foram para as escolas estaduais José Mendes Martins, Adalgisa de Barros, Mariana Luiza Moreira e Clênia Rosalina, ambas com trabalhos voltados à produção de hortaliças e plantas medicinais.

Os alunos da Escola Djalma Ferreira Mendes mostraram um projeto sobre diferentes fontes de energia e os da Escola Dante Martins de Oliveira abordaram o plantio de árvores. Também tiveram mostras das escolas José Leite de Moraes, Professora Maria da Cunha e a unidade Cívico-Militar Irene Gomes de Campos, que também desenvolvem projetos sustentáveis, entre outros.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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