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Exposição “Bancos Indígenas do Brasil” está aberta a visitação na Galeria Lava Pés

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Em exposição na Galeria Lava Pés até março do ano que vem, “Bancos Indígenas do Brasil” apresenta uma fração da poderosa arte de 29 povos da Amazônia e da Terra Indígena do Xingu. A Galeria Lava Pés está localizada no piso térreo da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e fica aberta à visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. A entrada é gratuita e livre para todas as idades.

Entre os trabalhos apresentados, estão representadas as etnias Aweti, Kalapalo, Kawaiwete, Kayabi, Trumai, Wajãpi, Tukano, Ye’kwana e outras. Além dos bancos, a mostra inclui fotografias e vídeos de Rafael Costa. Composta por 86 bancos de artistas indígenas, a exposição tem curadoria de Marisa Moreira Salles e Tomas Alvim.

“Esta é uma ótima oportunidade para conhecermos um pouco mais da nossa própria história. Uma exposição belíssima, de nível internacional, ao alcance de todos os mato-grossenses”, comenta Jefferson Neves, secretário da Secel-MT.  

É a primeira vez que a exposição “Bancos indígenas do Brasil” é apresentada em Cuiabá. A mostra nacional já circulou por outros estados brasileiros, como Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais e fora do país.

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A exposição “Bancos indígenas do Brasil” integra a Coleção BEI, que hoje é uma referência em arte indígena brasileira. É composta por 500 peças esculpidas em madeira, sendo a maioria em formato de animais, que revelam a beleza das formas, cores e grafismos da arte indígena. As obras aliam funcionalidade e beleza, ao mesmo tempo que são reconhecidos como objetos de arte e design. Todas são criadas a partir de um único tronco de madeira e pintadas com resinas naturais, como o ingá misturado com pó de carvão e o urucum.

Fonte: GOV MT

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 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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