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Fapemat realiza seminário de alinhamento do Programa Pesquisa para o SUS em Cuiabá

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A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) realiza, nos dias 25 e 26 de maio, em Cuiabá, o Seminário Marco Zero do Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS), referente aos editais lançados em 2025.

O encontro será realizado na Escola Estadual Tecnológica da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), na Avenida Gonçalo Antunes de Barros, ao lado da Escola Estadual da Polícia Militar Tiradentes.

O evento reúne representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fapemat para o alinhamento das diretrizes de execução dos projetos aprovados no programa.

O seminário integra a etapa inicial obrigatória do PPSUS, iniciativa voltada ao financiamento de pesquisas aplicadas às demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). A programação prevê atividades de alinhamento técnico, monitoramento e acompanhamento das pesquisas contratadas em parceria entre o Ministério da Saúde, o CNPq e a Fundação Estadual de Amparo à Pesquisa.

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Durante os dois dias de evento, pesquisadores apresentarão estudos e propostas voltadas ao fortalecimento da saúde pública, buscando aproximar ciência, inovação e gestão pública das necessidades identificadas no SUS em Mato Grosso.

A Fapemat participa do PPSUS há aproximadamente duas décadas, acompanhando diferentes ciclos do programa e apoiando pesquisas em áreas estratégicas para o desenvolvimento da saúde pública estadual.

Entre as participações confirmadas estão Gilberto Ferreira de Souza, coordenador-geral de Pesquisa em Saúde e Biociências do CNPq, Patrícia de Campos Couto, coordenadora-geral de Evidências e Pesquisa em Saúde do Ministério da Saúde, e Raquel A. Camargo, superintendente da Escola de Saúde Pública da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso.

As inscrições podem ser feitas online no site da Fapemat: https://www.fapemat.mt.gov.br/ e na Página do evento pelo Link : Fapemat realiza Seminário Marco Zero do PPSUS 2025 em Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT contesta decisão e cobra solução para bem-estar animal em Cuiabá

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) protocolou, nesta quinta-feira (6), agravo de instrumento no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) requerendo medidas urgentes para assegurar a efetiva implementação da política municipal de bem-estar animal em Cuiabá. O recurso foi interposto pela 16ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente Natural da Capital após a Vara Especializada do Meio Ambiente indeferir, pela segunda vez, o pedido de bloqueio de R$ 15 milhões das contas do Município. De acordo com o MPMT, os recursos são indispensáveis para garantir atendimento veterinário 24 horas, aquisição de ração, medicamentos e outros insumos, além da execução de obras e adequações estruturais no Canil Municipal, assegurando, assim, “a salvação dos animais sob custódia do réu”. O recurso foi distribuído à Segunda Câmara de Direito Público e Coletivo do TJMT. No agravo, o promotor de Justiça Joelson de Campos Maciel argumentou que o Município vem descumprindo, de forma reiterada, as obrigações assumidas no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2016 e homologado judicialmente. O acordo prevê a estruturação, manutenção e execução efetiva da política pública municipal de proteção e bem-estar animal. “O momento processual exige cumprimento, e não nova negociação; exige efetivação do título executivo, e não a reabertura de uma fase consensual há muito superada”, assinalou o promotor de Justiça no recurso. O Ministério Público também questionou a decisão que atribuiu à instituição a elaboração de um plano financeiro e operacional para execução das medidas emergenciais. Conforme sustenta no recurso, essa responsabilidade é exclusiva da administração municipal. “O Ministério Público não administra o Poder Executivo. Não executa despesas públicas. Não realiza planejamento governamental. Não elabora programas administrativos. Não seleciona fornecedores. Não promove gestão orçamentária. Não atua como ordenador de despesas”, argumentou Joelson Maciel. Além do bloqueio dos recursos via Sisbajud, o MPMT requereu que seja afastada a determinação para que o órgão ministerial apresente um plano de aplicação dos valores e que o processo não seja encaminhado ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). “Depois de mais de uma década de discussões, negociações, acompanhamentos, fiscalizações, celebração de TAC e homologação judicial, o retorno do feito ao Cejusc não representa avanço procedimental, mas verdadeira marcha ré da atividade jurisdicional executiva”, destacou o recurso. Segundo o promotor de Justiça, a fase de negociação consensual já foi amplamente esgotada ao longo dos anos. “O processo não pode transformar-se em mecanismo permanente de rediscussão de obrigações já assumidas, tampouco em espaço indefinido para sucessivas tentativas conciliatórias. A experiência concreta destes autos demonstra que não faltaram reuniões, diálogo institucional ou oportunidades de composição. O que falta é o efetivo cumprimento do compromisso assumido pelo ente municipal”, acrescentou. Histórico – O impasse judicial tem origem no cumprimento de sentença decorrente do TAC firmado entre o Ministério Público e o Município de Cuiabá em 2016. Em manifestação protocolada no dia 29 de julho deste ano, o MPMT reiterou o pedido de bloqueio de R$ 15 milhões, sustentando que a medida possui caráter coercitivo e visa garantir a execução das obrigações assumidas pela administração municipal na área de bem-estar animal. Na decisão proferida em 5 de agosto, a Vara Especializada do Meio Ambiente indeferiu o pedido de bloqueio dos recursos e determinou a realização de novas diligências para complementação das provas. Também foi determinada a remessa dos autos ao Cejusc Ambiental para tentativa de solução consensual. Processo nº 0000846 60.2015.8.11.0082

Fonte: Ministério Público MT – MT

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