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Fiscais da Sema que atuam em campo recebem capacitação em atendimento pré-hospitalar

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Servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), que atuam na fiscalização, participaram nesta sexta-feira (7) de capacitação em atendimento pré-hospitalar. O curso, viabilizado por meio de uma parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), busca preparar os agentes para salvar vidas em casos de acidentes ou ocorrências em locais de difícil acesso que necessitem de intervenção imediata até a chegada de atendimento especializado.

“Esta capacitação é de suma importância para os servidores da Sema que atuam na fiscalização, posto que realizam ações em áreas rurais remotas ou mesmo de difícil acesso, em que não há possibilidade de socorro médico imediato”, destacou o coordenador de Fiscalização de Flora, Romário Moreira.

Nesta primeira turma, 24 fiscais participaram do curso. Outras turmas serão capacitadas em breve.

Conteúdo programático: O curso de atendimento pré-hospitalar inclui abordagens sobre contenção de sangramento massivo, preenchimento de ferida, bandagens, verificação e liberação de vias aéreas, identificação de perfurações torácicas, transporte de feridos em longas distâncias, entre outras técnicas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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