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Flor Ribeirinha realiza primeiro ensaio aberto de 2024 neste domingo (03)

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Em comemoração aos 70 anos da mestra da cultura popular Domingas Leonor da Silva, mais conhecida como Dona Domingas, o Grupo Flor Ribeirinha realiza neste domingo (03.03), às 19h, o primeiro ensaio aberto de 2024, com entrada gratuita ao público e participação de artistas convidados. O evento, que tem se destacado por celebrar a cultura popular mato-grossense, será no Quintal da Domingas, localizado na comunidade de São Gonçalo Beira Rio.

O Grupo Flor Ribeirinha tem apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), e neste primeiro ensaio irá apresentar trechos do espetáculo ‘Bença Vó’, lançado em 2022 para homenagear a trajetória da fundadora do grupo, e que terá nova estreia em abril, no Teatro da UFMT.

Entre os artistas convidados para o evento estão Pescuma, Henrique & Claudinho, Vera Capilé, Roberto Lucialdo, além de integrantes de projetos sociais da Associação Flor Ribeirinha, o Semente Ribeirinha e Flor da Idade.

O ensaio aberto também permite ao público participar dentro de uma roda de siriri e outros ritmos. “Tenho a maior satisfação em receber todos aqui no meu quintal para comemorar comigo os meus 70 anos de idade. Aguardo vocês com muito carinho”, convida Dona Domingas, que recentemente também foi premiada em edital do Ministério da Cultura como Mestra da Cultura Popular.

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O evento conta com feirinha de gastronomia, com pratos típicos regionais, e produtos artesanais produzidos na comunidade São Gonçalo Beira Rio.

O gestor cultural e diretor artístico do grupo Flor Ribeirinha, Avinner Brandão, que coordena o evento, ressalta que, além de valorizar e divulgar a cultura regional, o ensaio aberto é uma oportunidade para artistas populares mostrarem seus trabalhos e gerar renda com o comércio de produtos e serviços. “É importante ressaltar também o potencial turístico que essa ação oferece. É uma iniciativa que aproxima turistas e população local em um momento de vivenciar a cultura cuiabana de forma legítima”. (Com informações da assessoria)

Serviço | Ensaio aberto do Grupo Flor Ribeirinha

Local: Ponto de Cultura Quintal da Domingas, localizado na comunidade São Gonçalo Beira Rio. Rua Antônio Dorileo, número 2510, Cuiabá-MT.
Informações: Instagram @florribeirinha

Fonte: Governo MT – MT

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Procurador destaca avanço do MPMT no combate ao desmatamento ilegal

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A responsabilização rápida de autores de desmatamento ilegal e queimadas foi um dos temas abordados pelo procurador de Justiça Gerson Barbosa em entrevista ao programa MP por Elas, realizada na sexta-feira (7), durante a Exposul, em Rondonópolis (212 km de Cuiabá). O membro do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) apresentou ferramentas e projetos que têm fortalecido a proteção ambiental no estado.Segundo o procurador, que é coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Desmatamento Ilegal e Queimadas (Gaediq), a preocupação do Ministério Público com a proteção ambiental não é recente. Ele lembrou que o MPMT foi pioneiro na utilização de tecnologias de monitoramento por satélite para identificar desmatamentos e queimadas, iniciativa que acabou servindo de referência para outros estados brasileiros. “O Gaediq foi criado em 2024 e o que ele busca é a responsabilização criminal dos degradadores, dos poluidores”, explicou.De acordo com o procurador de Justiça, a estrutura atual é resultado de uma série de ações desenvolvidas ao longo dos anos, incluindo convênios firmados com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), grupos especializados de investigação ambiental e projetos voltados à recuperação de áreas degradadas.Entre os avanços destacados está o projeto Água para o Futuro, criado pelo MPMT em 2016 e reconhecido internacionalmente pela atuação na proteção de nascentes e da vegetação ao seu redor.O procurador de Justiça Gerson Barbosa também ressaltou a criação do Sistema de Cálculo do Dano Ambiental (Siscalc), ferramenta que tem contribuído para dar mais agilidade aos processos de reparação ambiental. “Antigamente, esses cálculos demoravam em média 136 dias. Hoje, com o Siscalc, são feitos em 20 minutos”, afirmou.Durante a entrevista, Gerson Barbosa também esclareceu uma dúvida recorrente sobre a diferença entre o desmatamento autorizado e situações em que a regularização é buscada apenas após a supressão da vegetação.Ele explicou que o desmatamento legal exige licenciamento prévio e autorização dos órgãos ambientais antes de qualquer intervenção. Já nos casos em que a vegetação é retirada sem autorização, a posterior apresentação de documentos ou projetos de recuperação não elimina a infração.“Mesmo que depois ele apresente um projeto de área degradada ou o requerimento do CAR, ele responderá administrativa e criminalmente”, enfatizou.Alerta para o ponto de não retorno – outro tema abordado foi o chamado “ponto de não retorno”, conceito utilizado por pesquisadores para descrever um estágio crítico de degradação ambiental em que os ecossistemas deixam de conseguir se recuperar naturalmente.Segundo Gerson Barbosa, Mato Grosso vive uma situação especialmente preocupante por concentrar três importantes biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Pantanal.“O ponto de não retorno é um limite crítico apontado por estudos científicos. Ao atingirmos esse ponto, não teremos mais um meio ambiente ecologicamente equilibrado”, alertou.De acordo com o procurador, os efeitos desse cenário incluem alterações no regime de chuvas, períodos prolongados de estiagem, perda de habitats naturais e prejuízos ambientais irreversíveis.Exposul – O MPMT esteve presente na 52ª Exposul, em Rondonópolis, com ações de conscientização e uma edição especial do projeto Diálogos com a Sociedade. Durante toda a semana foram realizadas entrevistas ao vivo em um estúdio instalado próximo à arena de rodeio do Parque de Exposições Wilmar Peres. Além disso, o Ministério Público promoveu uma exposição fotográfica em homenagem à memória de mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso, com o objetivo de sensibilizar os visitantes do evento sobre a gravidade da violência de gênero e reforçar a importância do engajamento permanente da sociedade na prevenção desses crimes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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