MATO GROSSO
Força Tática forma 32 militares no curso de Técnicas de Apoio Policial em Cuiabá
MATO GROSSO
A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Força Tática, realizou, nesta sexta-feira (25.10), a solenidade de encerramento do 1º Curso de Técnicas de Apoio Policial Multiplicador com 32 policiais militares, de doze Comandos Regionais do Estado.
O curso teve duração de três semanas e com objetivo de aperfeiçoar as atividades desempenhadas pelos militares dos Grupos de Apoio (GAPs) e dos batalhões de área, que são unidades formadas por policiais treinados para dar o apoio necessário às equipes de policiamento de rotina, em ocorrências que exigem reforço policial imediato.
Neste período, os policiais foram submetidos a treinamento teórico e prático em diversas disciplinas, como abordagem policial, atendimento pré-hospitalar em combate, balística policial, direção operacional, identificação veicular, patrulhamento urbano, tiro policial, uso potencial da força, instrumentos de menor potencial ofensivo e atividades simuladas.
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destacou os importantes investimentos na área de capacitação e preparo dos policiais militares de Mato Grosso.
“Celebramos mais um importante curso promovido pela Polícia Militar e somos gratos pelo total apoio, empenho e interesse dos militares na capacitação, para assim exercerem com excelência as atividades de segurança pública. Vivemos uma nova realidade na instituição como nunca antes na história da PM de Mato Grosso”, disse.
A solenidade ainda contou com entrega de homenagens ao corpo técnico e direção do curso, bem como aos três colocados no 1º Curso de Técnicas de Apoio Policial e o descerramento da placa de conclusão do curso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos
Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.
Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.
Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.
Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.
Autor: Nadja Vasques
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
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