MATO GROSSO
Gefron apreende 50 tabletes de skank e causa prejuízo ao crime de R$ 150 mil
MATO GROSSO
O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 50 tabletes de skank, também conhecida como supermaconha, na noite desta quinta-feira (10.10), em Pontes e Lacerda (a 440 km de Cuiabá). Um homem foi preso e um adolescente apreendido pelos agentes. A droga está avaliada em cerca de R$ 150 mil.
Durante o patrulhamento, a equipe avistou uma picape Fiat Toro branco com características semelhantes às de um carro roubado. Ao tentar abordar o veículo, o condutor jogou o carro contra os policiais, que dispararam para conter a ação.
Após o motorista parar o veículo, os militares realizaram uma busca na picape e encontraram 50 tabletes de skank em uma caixa de isopor na carroceria. O condutor, que estava acompanhado de um adolescente, confessou ser o proprietário da droga e foi encaminhado à Delegacia de Fronteira de Cáceres.
O suspeito possui passagens criminais por porte e posse ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.
A ação faz parte da operação integrada Protetor das Fronteiras e Divisas, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Exército Brasileiro, Delegacia de Fronteira (Defron), da Polícia Civil e entre outras instituições estaduais e federais.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Uso de Inteligência Artificial no Judiciário é tema de pesquisa nacional do CNJ
Com o avanço das tecnologias digitais e o crescimento do uso de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou a segunda edição da Pesquisa Sobre Inteligência Artificial Generativa no Judiciário, voltada a magistrados(as) e servidores(as) de todo o país.
A proposta é mapear como essas tecnologias estão sendo utilizadas nas rotinas de trabalho, identificando benefícios, desafios e oportunidades de aprimoramento. A pesquisa também busca subsidiar a evolução da Resolução CNJ n. 615/2024, que trata do uso responsável da IA no âmbito do Poder Judiciário.
De acordo com o CNJ, compreender o uso real da Inteligência Artificial nas unidades judiciais é fundamental para o desenvolvimento de políticas públicas mais assertivas, que incentivem a inovação sem abrir mão da segurança jurídica e da proteção de dados.
A participação é voluntária, anônima e rápida, com duração estimada entre 5 e 10 minutos. O prazo para envio das respostas é até o dia 8 de maio.
O levantamento é conduzido pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias (DPJ), que ficará responsável pela análise dos dados e pela elaboração de relatórios que poderão orientar futuras decisões institucionais.
Participe pelo link: https://formularios.cnj.jus.br/inteligencia-artificial-generativa-2026
Mais informações pelo e-mail [email protected].
Autor: Ana Assumpção
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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