MATO GROSSO
Governador analisa orçamento e meta é manter recursos sendo usados em prol da população de MT
MATO GROSSO
O governador Otaviano Pivetta destacou a importância de manter o ritmo de investimentos do Estado em todas as áreas. Neste primeiro dia de administração no Governo de Mato Grosso, quarta-feira (1.4), ele iniciou a análise do orçamento estadual para que os recursos continuem sendo distribuídos de forma eficiente em todas as áreas.
“Vamos analisar todas as despesas correntes. É importante que o Estado mantenha a máquina eficiente e que os resultados cheguem à ponta, com austeridade e qualidade no gasto”, afirmou o governador, destacando que a grande beneficiada com os recursos públicos seja a população mato-grossense.
Segundo o governador, o foco é manter o ritmo de investimentos em obras, educação, segurança e infraestrutura, garantindo a continuidade das ações.
“Vamos continuar construindo escolas, hospitais e levando serviços para regiões que ainda não foram atendidas. O orçamento seguirá sendo usado de forma responsável para que os investimentos sigam de forma consistente e os resultados cheguem à população”, ressaltou.
De acordo com ele, o foco é dar continuidade nas ações em andamento e planejar as novas iniciativas para o Governo.
“Assumimos rodovias federais, construímos escolas em todos os municípios e hospitais que serão inaugurados ainda este ano. Temos muito a fazer e faremos de acordo com nossa capacidade de realizar”, pontuou Otaviano Pivetta.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio
A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.
Foto: Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



