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Governo de MT conclui asfaltamento entre Pedra Preta e Terminal Ferroviário de Rondonópolis

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) concluiu as obras de asfaltamento da MT-459, rodovia que liga o município de Pedra Preta até a BR-163. Foram investidos R$ 29,8 milhões para asfaltar 23,9 km e construir uma nova ponte de concreto sobre o Córrego Sucuri.

A rodovia tem fundamental importância para o município por ser um acesso direto até o Terminal Ferroviário de Rondonópolis. Com o asfalto novo, a distância entre Pedra Preta e o Terminal caiu pela metade, uma vez que antes era preciso percorrer 25 km para chegar até Rondonópolis e mais 25 minutos até o destino final.

Antes da obra do governo, os moradores descreviam a estrada como um caminho de barro e areia, quase impossível de transitar. “Essa é uma obra que beneficia muito a população local, estimula o setor produtivo e a geração de empregos na região”, explica o secretário Marcelo de Oliveira.

Mais investimentos na região

A Sinfra realiza um grande investimento em obras na região de Rondonópolis. Já foram concluídas as obras para asfaltar a MT-383 até o Distrito do Naboreiro, enquanto as obras da MT-471 até o assentamento Carimã e da rodovia municipal que liga a Comunidade do Miau estão em fase final.

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Outra obra importante em fase de conclusão é a MT-040/299, que garante a ligação entre Itiquira e o Terminal Ferroviário do Município. O governo também realizou a recuperação do asfalto das MTs 370 e 299, que ligam a BR-163 até a sede de Itiquira e o Terminal Ferroviário, respectivamente.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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