CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Governo de MT investe R$ 2 milhões para apoiar pesquisas de impacto direto na cadeia produtiva da Amazônia Legal

Publicados

MATO GROSSO

O Governo do Estado está investindo R$ 2 milhões para apoiar pesquisas na Amazônia Legal pelo edital de chamamento intitulado ‘Expedições Amazônicas’, que será lançado na próxima segunda-feira (04.11), às 14h, no auditório do Instituto de Computação da Universidade Federal de Mato Grosso (IC-UFMT). O novo chamamento faz parte da Iniciativa Amazônia +10, que visa o desenvolvimento de ciência, tecnologia e inovação no território, e tem o apoio da Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação (Seciteci) e da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat).

O projeto é liderado pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e pelo Conselho Nacional de Secretários para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e conta também com a parceria do CNPq. Uma das coordenações da nova chamada foi feita pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

Além do financiamento oriundo do orçamento do CNPq, 19 Fundações de Amparo estaduais investiram recursos no edital, sendo que uma delas é a Fapemat, representando o Estado.

Segundo Allan Kardec, a iniciativa proporciona maior participação de pesquisadores da região da Amazônia Legal, além de propiciar um cenário em que se possa dar maior visibilidade para o que é produzido em território amazônico.

“Essa é uma iniciativa fundamental para que a gente possa ampliar pesquisas de impacto direto na cadeia produtiva da Amazônia Legal, sem deixar de lado os cuidados com a conservação dessa que é uma das florestas mais importantes do mundo. Com esse edital queremos também conhecer e nos reconhecer nas práticas culturais e de trabalho de quem vive nessas regiõe”, disse o secretário Allan.

Leia Também:  TJMT Inclusivo: capacitação em Autismo reúne especialistas e sociedade em Cáceres

Já o presidente da Fapemat e Diretor Regional do Centro-Oeste do Confap, Marcos de Sá Fernandes da Silva, ressaltou a importância da união de agências de fomento nacionais e internacionais no processo de fortalecimento das pesquisas na Amazônia Legal.

“A união de agências de fomento nacionais e internacionais para a realização de pesquisas científicas na Amazônia Legal demonstra o reconhecimento da importância deste bioma, tanto para o desenvolvimento dos que nele vivem como para todo o mundo. A Fapemat faz parte deste esforço conjunto, garantindo aos pesquisadores(as) de Mato Grosso a possibilidade de submeterem propostas nesta importante ação”, reforçou o presidente Marcos.

O evento de lançamento em Mato Grosso é organizado pela Seciteci e Fapemat, aberto ao público e sem necessidade de inscrições prévias. Durante a ação o público interessado em inscrever projetos no edital poderá tirar dúvidas e conhecer os detalhes do documento apresentados por representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Sobre o edital

A Chamada Expedições Científicas, lançada pela Iniciativa Amazônia +10 em parceria com o CNPq, tem como objetivo primordial impulsionar a investigação e compreensão da sociobiodiversidade na Amazônia. Pretende-se estimular a consolidação de parcerias entre instituições regionais e externas, promovendo o desenvolvimento de infraestrutura e recursos humanos nas áreas de taxonomia, sistemática, museologia e etnobiologia.

Leia Também:  Com mais de R$40 milhões de crédito liberado, linha de investimento para empresas é a mais procurada em 2025

Além disso, busca-se incentivar pesquisas em regiões remotas e pouco estudadas da maior floresta tropical do mundo. Integrando ativamente pesquisadores com conhecimentos tradicionais, povos indígenas, quilombolas e comunidades locais na concepção e execução das propostas científicas.

O material coletado nas expedições será catalogado e tombado em instituições amazônicas, como forma de preservação desse patrimônio. Portanto as universidades e os institutos de pesquisa locais vão ter um papel importante neste projeto. Ao todo, 19 Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa aderiram ao edital, sendo elas dos nove Estados da Amazônia Legal (Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso).

O prazo para submissão de propostas é 29 de abril de 2024. E a divulgação do resultado final será feita em agosto de 2024. Para mais detalhes, confira o texto oficial da chamada clicando aqui.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

Publicados

em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

Leia Também:  "Hoje é o dia mais feliz da minha vida", diz moradora que recebeu título após mais de 40 anos de espera

É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

Leia Também:  Homem condenado por estupro de vulnerável é preso em Jauru

Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA