MATO GROSSO
Governo investe em manutenção e substituição de pontes de madeira
MATO GROSSO
O Governo de Mato Grosso vai investir R$ 13 milhões em ações para melhorar a Rodovia Transpantaneira, em Poconé, um dos principais pontos turísticos do Estado. A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) vai licitar a substituição de pontes de madeira por bueiros de concreto e contratar empresa para realizar a conservação da MT-060.
Principal porta de entrada do pantanal mato-grossense, a MT-060 conta atualmente com 70 pontes de madeira, que oferecem uma série de limitações para o desenvolvimento do turismo da região, além dos custos com a manutenção.
Para superar esse problema, a Sinfra-MT abriu procedimento licitatório para contratar uma empresa, que será responsável por instalar 585 metros de bueiros de concreto na Transpantaneira. O trabalho inclui o acesso às pontes.
No total, serão substituídas 24 pontes de madeira, com extensões entre 8 e 30 metros de comprimento. De acordo com projeto, serão instalados bueiros em locais, onde eles tenham capacidade igual ou superior às pontes de madeira, para dar vazão ao volume de água.
A licitação será realizada no dia 26 de outubro, às 14h, na Sinfra-MT. A disputa será na modalidade de Regime Diferenciado de Contratação, em lote único e por menor preço. O valor estimado para a realização do serviço é de R$ 5.413.359,12. Mais informações sobre a licitação podem ser encontradas no site da Sinfra-MT.
Manutenção – A Sinfra-MT também realizou um Pregão Eletrônico para realização de conservação corretiva e preventiva nos 139,9 km da Transpantaneira.
Entre os serviços a serem realizados, estão a reforma de pontes de madeira, com substituições de vigas, assoalho e outras partes e execução de guarda corpo. No traçado da rodovia, está prevista a execução de encascalhamento, regularização de superfície e compactação de aterros.
Duas empresas foram habilitadas no pregão eletrônico, com propostas de R$ 7,7 milhões.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio
A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.
Foto: Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT



