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Governo licita construção de Academia Integrada para Forças de Segurança do Estado

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O Governo de Mato Grosso licitou a construção de uma Academia Integrada e Centro de Formação para as Forças de Segurança Pública estaduais. O resultado da licitação já foi homologado, tendo a empresa Construtora LDN como vencedora do processo, em um investimento de R$ 81,1 milhões.

A Academia Integrada será construída em Várzea Grande, na área do COT do Pari. Após a homologação do resultado, o processo segue para a assinatura do contrato e posteriormente a publicação da ordem de serviço para início dos trabalhos.

A obra foi contratada de forma integrada, ou seja, a empresa vencedora da licitação será responsável pela elaboração dos projetos básico e executivo, além da execução da obra em si.

O anteprojeto da Academia prevê que o local tenha um prédio-escola, alojamentos, quadras poliesportivas, piscina, vestiário, estandes de tiro, torre de treinamento em altura, pistas de simulação de incêndio e torre de treinamento de altura.

O local servirá para a formação dos profissionais da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Politec, que fazem parte das forças de segurança pública estadual.

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Fonte: Governo MT – MT

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Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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