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Hospital Central do Estado recebe equipamento para execução de cirurgias robóticas

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O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso recebeu, nesta quarta-feira (03.12), o equipamento de sistema robótico para cirurgias minimamente invasivas Da Vinci XI, que possibilitará a realização de procedimentos de robótica em cirurgia geral, coloproctologia, aparelho digestivo, urologia, cirurgia oncológica, ginecologia e cirurgia pediátrica.

A disponibilização dessa tecnologia de ponta é resultado de um investimento de R$ 8,1 milhões, feito em parceria com o Einstein, que busca garantir ao Sistema Único de Saúde (SUS) os padrões de qualidade oferecidos em suas unidades.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, falou sobre a importância de tecnologias como essa para o melhor atendimento da população e enfatizou que o Hospital Central atenderá 100% de graça.

“Esse é um equipamento de última geração, o que tem de mais moderno na cirurgia robótica, que é uma cirurgia menos invasiva, em que o médico tem um campo de visão muito mais apurado, com redução tempo de internação e de recuperação do paciente. Esse é o SUS de Mato Grosso, o Hospital Central é o melhor e maior exemplo daquilo que nós pretendemos em nível de qualidade para todo o Estado de Mato Grosso”, destacou.

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A cirurgia robótica beneficia o paciente por permitir procedimentos cirúrgicos menos invasivos, com mais precisão e uma recuperação mais rápida, além de proporcionar uma melhor visualização para o cirurgião.

De acordo com Alessandra Bokor, diretora do Hospital Central, “o Einstein irá compartilhar com os profissionais locais sua experiência de mais de 15 anos com a cirurgia robótica, contribuindo para o acesso a procedimentos menos invasivos e com melhores desfechos”. Atualmente, a organização é o único centro certificador em cirurgia robótica da América Latina, contabilizando a formação de mais de mil cirurgiões no procedimento.

O Hospital Central de Alta Complexidade será inaugurado no dia 19 de dezembro e entrará em operação em 19 de janeiro de 2026, com os serviços de cirurgia geral pediátrica, cirurgia ortopédica pediátrica, cirurgia urológica, cirurgia oncológica e hemodinâmica (cateterismo cardíaco e angioplastia).

Os demais serviços serão implementados em outras três etapas, que devem ocorrer mensalmente até abril.

“As equipes da SES, juntamente com os profissionais do time Einstein, trabalham no cronograma de ativação do Hospital Central, que se dará em quatro etapas mensais. Esse hospital terá tudo o que há de mais moderno em tecnologia na área da saúde”, acrescentou o secretário adjunto de Gestão Hospitalar, Oberdan Lira.

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Dentre as especialidades médicas previstas para o hospital, estão: cirurgia geral, cirurgia do aparelho digestivo, ortopedia, urologia, cirurgia oncológica, cirurgia vascular, cardiologia, neurocirurgia e hemodinâmica. No futuro, também é prevista a realização de transplantes na unidade.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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