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Hospital Regional de Rondonópolis atende com celeridade demandas reprimidas de cirurgias ortopédicas

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O Hospital Regional de Rondonópolis trabalha para atender com celeridade as demandas por cirurgias ortopédicas de urgência e emergência encaminhadas à unidade de saúde via Sistema de Regulação Estadual (SISREG). Dados apontam que 100% dos pedidos de transferência de paciente para a unidade de saúde foram atendidos. Desses, cerca de 95% já passaram pelo procedimento cirúrgico.

“Nos últimos anos, a unidade foi impactada com diversas mudanças, como em 2019 com a retomada da gestão estadual, pois antes o local era gerido por OSS, e depois veio a pandemia pela Covid-19. Contudo, alguns planejamentos para melhoria da estrutura do serviço continuaram avançado e o resultado está mais notório neste momento com a queda no número de casos e internações em decorrência do coroanvírus em que tivemos a oportunidade de colocarmos em pratica as ações que tínhamos planejado durante muito tempo. Agora é possível ver a reorganização da regulação na região, aquisição de equipamentos modernos para dar mais segurança e qualidade no atendimento dos pacientes, além da restruturação do atendimento dentro do hospital”, diz a secretária Adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Caroline Dobes.

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De acordo com a diretora do hospital, Kênia de Lima Gomes, o serviço de ortotraumatologia representa 52%, em média, de toda a produção cirúrgica do local. Para ela, o esforço conjunto das equipes no atendimento dessa demanda beneficia a população da Região Sul do Estado que tem a unidade como referência.

“A união dos esforços da equipe médica e dos demais setores envolvidos, somados à regularização do fornecimento de OPME, que foi bastante prejudicada pelos efeitos da pandemia na indústria, proporcionou mais agilidade no atendimento a esta demanda tão importante para a região”, pontua a diretora.

Um levantamento feito pela equipe do Escritório Regional de Saúde de Rondonópolis, que regula pacientes por meio do SISREG para o hospital, aponta que, entre a última segunda-feira (28.03) e sexta-feira (01.04), o sistema recebeu 37 pedidos de transferência de pacientes com demanda de urgência e emergência em ortopédica para o hospital e todos foram transferidos. Até sexta-feira, não havia registro de demanda pendente de transferência no Sistema de Regulação.

Dos 37 pacientes transferidos para o Hospital Regional, cerca de 95% foram operados conforme fluxo de atendimento do local. “Os demais pacientes que ainda aguardam pela cirurgia estão recebendo todo tratamento adequado a seu quadro clínico e devem ser atendidos assim que o hospital receber as Próteses, Órteses e Materiais Especiais (OPME) que correspondem a necessidade de cada paciente”, explica Kênia.

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Para a diretora do Escritório Regional, Mariza Vieira do Nascimento, a celeridade entre o pedido de vaga via SISREG, a transferência do paciente para o hospital e a realização do procedimento está ocorrendo devido ao empenho da atual gestão em modernizar os processos, qualificar os profissionais e ampliar a estrutura das unidades regionais de saúde.

“A fluidez entre a solicitação da vaga para regulação e a posterior liberação da mesma para o hospital de referência auxilia na satisfação do paciente quanto ao atendimento prestado, além de diminuir as chances de agravar o caso clinico”, entende Marilza.

Fonte: GOV MT

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Corpo de Bombeiros combate 13 incêndios florestais nesta sexta-feira (9)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, nesta sexta-feira (9.10), 13 incêndios florestais registrados nos municípios de Água Boa, Colniza, Cuiabá, Juruena, Marcelândia, Nossa Senhora do Livramento, Nova Maringá, Paranatinga, Rosário Oeste, São José do Rio Claro, Tesouro e União do Sul.

As ações de combate estão concentradas, principalmente, em Marcelândia, onde os bombeiros atuam em duas ocorrências. Além desse local, as equipes permanecem mobilizadas nas demais localidades, realizando ações de combate direto às chamas e controle dos focos de incêndio.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 13 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Sendo os 13 focos registrados na Amazônia.

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Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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