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Hospital Regional de Rondonópolis reabre 13 leitos de enfermaria na segunda-feira

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O Hospital Regional de Rondonópolis reabre, a partir de segunda-feira (30.05), 13 leitos de enfermaria na unidade. Anteriormente, estes leitos estavam direcionados para pacientes em tratamento da Covid-19 e, após queda no número de internação em decorrência do coronavírus, o espaço passou por obra para melhorias e adaptações estruturais. Os leitos serão remanejados para o tratamento de doenças não infectocontagiosas. 

Com a reabertura, a unidade de saúde passa a contar com o total de 133 leitos, entre enfermarias e UTIs. No dia 18 de maio, também foram reabertos 24 leitos clínicos, temporariamente suspensos em 13 de maio. Isto é, em cerca de 15 dias, o Hospital Regional de Rondonópolis reabriu mais de 30 leitos clínicos. 

“É importante ressaltar que, neste ano, não houve fechamento de leitos de UTI no Hospital Regional de Rondonópolis. O hospital precisou suspender alguns leitos clínicos, mas que já estão sendo reabertos. Os leitos de UTI, que eram destinados ao atendimento da Covid-19, foram suspensos em 2021 e passam por readequação. O intuito é que esteja disponível uma nova especialidade em Terapia Intensiva, que melhor atenda toda a região”, disse a secretária de Estado de Saúde, Kelluby de Oliveira.

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A unidade hospitalar passa por melhorias e ampliações desde 2019, com o objetivo de ofertar um serviço moderno e de qualidade à população. Já foi investido o montante de R$ 3 milhões na obra, que inclui reforma do Pronto Atendimento, da recepção e fachada, além da construção de novos leitos de enfermaria e UTI. Atualmente, a modernização da estrutura avança por outros setores da unidade.

Entre 2020 e 2022, houve ainda um investimento de R$ 7,4 milhões na aquisição de equipamentos para unidade de saúde.

O Hospital Regional de Rondonópolis é referência para 19 cidades da Região Sul de Mato Grosso e realiza atendimentos na área de cirurgia geral, neurologia, cirurgia pediátrica, cirurgia ortopédica, vascular, urologia, oftalmologia, bucomaxilo, pediatria clínica e ambulatório ginecológico, entre outros.

Fonte: GOV MT

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MT avança em eficiência e produtividade mesmo com um dos maiores volumes de processos do país

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Apesar da alta demanda processual registrada em Mato Grosso, a Justiça Estadual de Mato Grosso (TJMT) tem se destacado nacionalmente em indicadores de produtividade, celeridade e gestão processual. Segundo dados do relatório Justiça em Números 2026 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Judiciário mato-grossense registrou 165,7 casos novos por mil habitantes, índice superior à média nacional da Justiça Estadual, que é de 132,5 casos novos por mil habitantes.

Classificado pelo CNJ como um tribunal de médio porte, o indicador demonstra que Mato Grosso está entre os estados com maior judicialização do país. Contudo, mesmo com a alta demanda, o Poder Judiciário mato-grossense apresentou um avanço de 22 pontos percentuais no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus) da área judiciária, passando de 75% para 97%. O IPC-Jus é um dos principais indicadores do CNJ para medir a eficiência dos tribunais brasileiros.

“Mato Grosso possui uma das maiores demandas processuais do país quando analisamos o número de casos por habitante. Por isso, alcançar indicadores de produtividade e eficiência acima da média nacional demonstra a capacidade do Poder Judiciário mato-grossense de se organizar, inovar e responder com qualidade às necessidades da sociedade”, afirma o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote.

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O bom desempenho também pode ser verificado na taxa de congestionamento dos processos na fase de conhecimento. Conforme o relatório, o TJMT registrou índice de 53%, um dos menores do país e entre os melhores desempenhos da Justiça Estadual. “O que demonstra a capacidade do Judiciário mato-grossense de dar vazão ao acervo processual e reduzir o volume de processos pendentes nessa etapa da tramitação”, detalha o juiz auxiliar da Corregedoria, Jorge Alexandre Martins Ferreira.

O relatório também mostrou queda no estoque de execuções fiscais. Mato Grosso registrou redução de 26,8% no quantitativo de casos pendentes de execução fiscal em comparação com o ano anterior. Um desempenho superior à média da Justiça Estadual, que é de 25,2%.

Esse trabalho também teve reflexo na redução do tempo de tramitação dos processos. Segundo dados do relatório, o tempo de giro do acervo processual no primeiro grau passou de um ano e dois meses para um ano e um mês, uma redução de 7,1%. O que coloca Mato Grosso na terceira colocação entre os 27 tribunais do país e na segunda posição entre os tribunais estaduais de médio porte.

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Mato Grosso ainda se destaca na arrecadação de custas judiciais. Conforme o relatório Justiça em Números 2026, o Estado ocupa a terceira posição entre os Tribunais de Justiça do país no indicador que relaciona os valores arrecadados ao número de processos sujeitos à cobrança de custas.

O TJMT registrou arrecadação média de R$ 3.548,12 por processo ingressado, ficando atrás apenas de São Paulo (R$ 4.386,38) e Rio de Janeiro (R$ 4.333,84). O resultado coloca o Estado acima da média da Justiça Estadual, que foi de R$ 2.861,96 por processo. “O que demonstra a efetividade na arrecadação dos valores legalmente devidos e contribuindo para a sustentabilidade das atividades do Poder Judiciário mato-grossense”, afirma o juiz auxiliar, Jorge Alexandre.

Autor: Larissa Klein

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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