CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Juiz de Mato Grosso é aprovado em 1º lugar em mestrado no Rio de Janeiro

Publicados

MATO GROSSO

O juiz de Mato Grosso Diego Hartmann foi aprovado em primeiro lugar no mestrado em Direito Processual Civil, oferecido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Uma qualificação que irá agregar à carreira profissional de magistrado e trará resultados importantes na atuação para justiça mato-grossense.
 
Desde seu ingresso na magistratura mato-grossense, há sete anos e meio, Diego Hartmann trilhou o caminho fazendo vários cursos oferecidos pela Escola Superior da Magistratura do Estado (Esmagis-MT) e agora, com a oportunidade do mestrado afirma que a qualificação é extremamente importante.
 
“Essa qualificação pessoal vai agregar ao trabalho que é feito na jurisdição. Já fiz vários cursos e busco estar sempre me atualizando e este é meu primeiro mestrado. A justiça, vista como um serviço prestado à população, deve ser entregue com qualidade, rapidez e eficiência. É com esse foco que tenho buscado os cursos de qualificação e aperfeiçoamento”, reitera.
 
Aliar teoria e prática reflete diretamente na prestação de serviços, segundo o juiz. “A magistratura é complexa, difícil, mas também de muitas oportunidades para agregar conhecimento. Cada processo que chega às nossas mãos representa um desafio e a atualização permanente por meio de cursos é o que nos dá tranquilidade para atuar de forma imparcial entregando a melhor jurisdição, tanto em tema de doutrina quanto em tema acadêmico, que está sendo discutida no país”, complementou.
 
Diego Hartmann atua na Vara Única da Comarca de Rosário Oeste. É bacharel pela Universidade Regional de Blumenau (SC); especialista em Poder Judiciário pela FGV-Rio; Formador de Formadores pela Escola Nacional de Formação de Magistrados (ENFAM); Especializando em Integridade, coerência e Coletivização pela ENFAM.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Polícia Civil prende 10 faccionados, sendo quatro envolvidos em homicídio e ocultação de cadáver de jovem em Sorriso
Propaganda

MATO GROSSO

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Publicados

em

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Inscrições para o Pré-Enem Digit@l MT continuam abertas até dia 8 de março

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  Justiça Comunitária celebra o Dia do Idoso com valorização da terceira idade em Várzea Grande

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA