CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Juízes Henriqueta Lima e Marcelo Resende integrarão banca científica do STJ

Publicados

MATO GROSSO

A Banca Científica do 1º Congresso STJ da Primeira Instância Federal e Estadual já foi definida. Ela será composta por magistrados e magistradas indicados pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), pela Associação dos Juízes Federais no Brasil (AJUFE) e pelos Tribunais. Dentre eles, estão os juízes do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Marcelo Souza Melo Bento de Resende e Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima.

Eles terão atribuição de analisar, selecionar e aperfeiçoar as propostas de enunciado, as quais serão depois submetidas à deliberação do congresso.

O evento será promovido pelo Superior Tribunal de Justiça, de 15 a 17 de dezembro, em Brasília, com o objetivo de ampliar a integração e a cooperação entre o tribunal e os magistrados federais e estaduais de primeiro grau de jurisdição. O prazo para submissão das propostas de enunciado, que começou em 19 de setembro, segue até as 23h59 desta sexta-feira (17 de outubro).

Segundo o presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, o evento inédito será uma oportunidade para discutir desafios emergentes que impactam o funcionamento da Justiça de primeiro grau, bem como para apresentar, prestigiar e fomentar a adoção de experiências bem-sucedidas de gestão.

Leia Também:  Expediente na Comarca de Barra do Bugres estará suspenso nos dias 19 e 20 de abril

Durante o encontro, ministros, juízes, professores e outros operadores do direito discutirão enunciados sobre temas como cultura de precedentes, alternativas eficazes para a redução do acervo processual, uso de inteligência artificial e outras ferramentas capazes de aprimorar a prestação jurisdicional.

O evento é um desdobramento da recente experiência exitosa do 1º Congresso STJ da Segunda Instância Federal e Estadual, realizado nos dias 8 e 9 de setembro, que contou com 223 participantes, entre desembargadores, juízes de primeiro grau, professores e outros profissionais do direito. Ao todo, foram aprovados 131 enunciados dedicados ao aprimoramento da jurisdição na segunda instância. Na ocasião, Henriqueta Lima e Marcelo Resende participaram do evento com apresentação de enunciados e obtiveram resultados positivos.

Formulário eletrônico

O envio das propostas será feito exclusivamente por meio eletrônico. Elas podem ser submetidas por magistrados, professores universitários, membros da Defensoria Pública e do Ministério Público e integrantes da advocacia pública e privada. Os autores de proposta de enunciado poderão fazer sustentação oral antes do debate, facultado a todos os participantes, juízes ou não. A votação será restrita aos juízes presentes.

O conteúdo deve ser apresentado de forma objetiva, com indicação do dispositivo da Constituição Federal ou de legislação correlata, e acompanhado de curta justificativa. As propostas se agrupam em cinco eixos temáticos principais: Institucional, Direito Público, Direito Privado, Direito Penal e Processo Penal, e Processo Civil.

Leia Também:  Estudantes de Direito da UNIC conhecem funcionamento da Justiça Eleitoral em visita guiada ao TRE-MT

Atenção às datas!

Limite para envio das propostas de Enunciado: 17 de outubro

Análise preliminar da banca científica: 10 a 31 de outubro.

Avaliação final pela banca científica: 5 a 11 de novembro

Publicação dos Enunciados admitidos: 14 de novembro

Apresentação, discussão e votação das propostas de Enunciado admitidas: 15, 16 e 17 de dezembro, durante o evento no STJ

Experiência exitosa

Clique aqui para acessar o formulário de envio das propostas.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd16yX4uAOR1lEVcyRG6ZmTpHpmeSb-H0npVnMcqBwlJpMsvw/viewform?pli=1

Confira a planilha em tempo real com as propostas de enunciados submetidas.

https://docs.google.com/spreadsheets/d/17fE8r3Y_8jugfRGpE-oE9vXS0IpgUnOR/edit?gid=457189801#gid=457189801

Veja regulamento do evento (Portaria STJ/GP N. 669, de 17 de setembro de 2025).

https://www.stj.jus.br/sites/portalp/SiteAssets/documentos/noticias/SEI_6590797_Portaria_STJ_GP_669.pdf

Autor: Lígia Saito e Keila Maressa

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis-MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

Publicados

em

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

Leia Também:  Seduc divulga lista dos 42 selecionados para a próxima fase do Super Chef da Educação 2024

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA