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Lei Seca resulta na prisão de 76 condutores por embriaguez ao volante

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A Campanha Nacional da Operação Lei Seca, realizada neste fim de semana, resultou na prisão de 76 condutores por embriaguez ao volante em 10 municípios de Mato Grosso. A ação ocorreu em 20 estados e faz parte do encerramento da Campanha Maio Amarelo.

O maior número de prisões por embriaguez ao volante ocorreu em Sorriso, com 24 detenções, seguido de Tangará da Serra, com 11 prisões, e Rondonópolis, com 10 detenções.

Conforme o balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), responsável pela realização das operações em Mato Grosso, foram fiscalizados 1.072 veículos e realizados 1.098 testes de alcoolemia e lavrados 873 Autos de Infração de Trânsito (AIT).

A fiscalização expediu 146 infrações por conduzir veículo sob efeito de álcool, 59 por recusa ao teste de alcoolemia, 163 por não possuir habilitação e 188 por irregularidades na documentação do veículo, entre outras.

Do total de veículos abordados, 438 foram autuados e 328 removidos.

As abordagens ocorreram nos municípios de Cuiabá, Rondonópolis, Nova Mutum, Alta Floresta, Cáceres, Tangará da Serra, Sinop, Barra do Garças, Sorriso e Campo Verde.

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A Operação Lei Seca é desenvolvida pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e realizada em parceria com a Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

Fonte: Governo MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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