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Mais de 94% da população avalia atendimento do Ganha Tempo como ótimo ou excelente

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Mais de 2,5 mil pessoas já responderam o questionário da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag) sobre a qualidade de atendimento das unidades do Ganha Tempo; cerca de 95% dos usuários avaliaram os serviços como ótimo e excelente.

As respostas foram contabilizadas no Sistema de Opiniões, ferramenta desenvolvida pela equipe de tecnologia da informação da Seplag. O novo sistema de avaliação começou a funcionar há pouco mais de duas semanas, por meio da Superintendência de Gestão do Ganha Tempo.

Ao final do atendimento no Ganha Tempo, os cidadãos são convidados a avaliar o serviço prestado. Para isso, eles devem escanear o QR Code disponibilizado, que irá direcioná-los ao sistema onde devem escolher uma classificação de ruim a excelente. Em seguida, é possível inserir alguns dados pessoais e ainda deixar críticas, elogios e sugestões.

Levantamento da Seplag apontou que 77,17% das pessoas avaliam o atendimento como excelente, 17,55% como ótimo e 4,93% como bom. Entre os que consideram os serviços como regular e ruim, os números representam 0,35% do total. Em números absolutos, foram 2.575 avaliações, das quais apenas nove totalizaram avaliação negativa.

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Para o titular da Seplag, Basílio Bezerra, a opinião da população, seja ela boa ou ruim, deve ser levada em consideração para melhoria dos serviços prestados.

“Com o sistema moderno que implementamos em todas as sete unidades do Ganha Tempo, podemos tomar conhecimento da opinião da população de forma rápida e garantir a continuidade de um serviço público de qualidade a todos, sem deixar de lado as críticas, pois dessa forma podemos avançar cada vez mais na excelência do atendimento”, afirma.

O secretário adianta que a ferramenta será replicada em outros setores do Estado. “Queremos ouvir o cidadão cada vez mais, nos variados serviços que oferecemos, visando a melhoria contínua a partir da sugestão deixada por cada um”, conclui.

A superintendente do Ganha Tempo de Mato Grosso, Talita Peske, reforça a importância da opinião da população para a eficiência dos serviços.

“Para que a gente consiga enxergar onde devemos priorizar nossos esforços, é importante que o cidadão preencha a avaliação e deixe seu comentário. Quanto mais detalhado e específico for, mais precisa e acertada será nossa resposta”.

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Talita enfatiza, ainda, que cada informação e opinião deixada é encaminhada ao setor responsável e cuidadosamente analisada pela equipe gestora.

Além de duas unidades na capital e uma em Várzea Grande, os municípios de Cáceres, Rondonópolis, Sinop e Barra do Garças contam com sede própria do Ganha Tempo. Em todas elas, a avaliação excelente foi maioria.

Fonte: Governo MT – MT

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Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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