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Mato Grosso terá primeiro espaço público para recondicionamento de lixo eletrônico

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O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), Nilton Borgato se reuniu com membros da ONG Programando o Futuro para definir os últimos ajustes da implantação do Centro de Recondicionamento de Computadores (Recytec), que funcionará na nova sede da Escola Técnica Estadual (ETE) de Cuiabá, no bairro Carumbé. A expectativa é de que a unidade seja inaugurada até o final do mês de março.

Mais de R$ 2 milhões foram captados pela ONG junto ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para a implantação do espaço, que terá as atividades desenvolvidas em parceria com as Superintendências de Projetos e Captação de Recursos, e de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, ambas da Seciteci.   

O Recytec é um espaço físico adaptado para o recondicionamento de equipamentos eletroeletrônicos que são doados ainda em condições operacionais. Após a limpeza, manutenção e substituição de peças e componentes, os equipamentos serão doados para projetos de inclusão digital em escolas públicas, bibliotecas, entre outras iniciativas de acesso à informação. O centro ainda é responsável pelo descarte correto do chamado lixo eletrônico, conhecido também como logística reversa de eletrônicos, realizado em consonância com a legislação ambiental brasileira.

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Segundo pesquisas do Global E-Waste Monitor, realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina e o 7º maior do mundo. Anualmente, o país produz 1,5 mil toneladas de lixo eletrônico, sendo que apenas 3% de todo esse montante é descartado adequadamente.

Com o funcionamento do Recytec dentro da Escola Técnica, a unidade também concentrará a coleta e processamento de todo lixo eletrônico produzido por órgãos e entidades do Governo do Estado. A proposta é ampliar o alcance do centro, envolvendo a participação dos municípios e o engajamento da sociedade. Uma das ideias é promover a realização de campanhas de conscientização ambiental, em paralelo às agendas do Circuito Itinerante da Ciência de Mato Grosso – MT Ciências. O projeto percorre todo o Estado na divulgação e popularização da ciência, com o envolvimento principalmente das escolas da rede pública de ensino.

Simultâneo ao MT Ciências, o Recytec disponibilizará recipientes apropriados para que a população faça o descarte correto dos equipamentos. Um modelo muito próximo já é desenvolvido pela ONG, que investe na participação de jovens e crianças. Entre as propostas, está previsto o desenvolvimento de gincanas entre as escolas com o objetivo de estimular o correto descarte dos equipamentos.

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Participaram da reunião, o coordenador geral da ONG Programando o Futuro, Vilmar Simion Nascimento, o Relações Institucionais da ONG, Alexandre Mesquita, a superintendente de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação, Lectícia Auxiliadora de Figueiredo Oliveira e o superintendente de Projetos e Captação de Recursos, Jun Sakamoto.

Fonte: GOV MT

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“Cesima nas Escolas” levará educação ambiental e conscientização climática a estudantes de MT

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A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), por meio do Centro de Estudos Integrados em Meio Ambiente (Cesima), dará início, no próximo dia 29 de julho, a uma importante ação de educação ambiental voltada a estudantes das redes públicas estadual e municipal. Com o tema “Cesima nas Escolas: Meio Ambiente, Clima e Futuro – Responsabilidade de Todos”, a iniciativa pretende estimular a consciência ambiental, promover a cidadania ecológica e contribuir para a formação de uma cultura de responsabilidade socioambiental entre crianças e adolescentes.
As atividades ocorrerão entre julho de 2026 e junho de 2027, contemplando escolas dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Santo Antônio de Leverger e Chapada dos Guimarães.
Segundo a coordenadora do projeto Cesima, juíza Henriqueta Fernanda Chaves Alencar Ferreira Lima, a proposta nasce da compreensão de que a educação ambiental é um instrumento essencial para a transformação social e para a proteção das futuras gerações. “O projeto representa um compromisso institucional com a formação cidadã dos estudantes. Falar sobre meio ambiente, mudanças climáticas e sustentabilidade é falar sobre qualidade de vida, dignidade humana e futuro. Precisamos estimular desde cedo uma consciência ambiental responsável e participativa”, destaca a magistrada.
A iniciativa tem como objetivo geral promover a conscientização ambiental e climática nas escolas públicas, incentivando a reflexão sobre temas cada vez mais presentes no cotidiano da população, como eventos climáticos extremos, queimadas, desmatamento, escassez hídrica e preservação dos recursos naturais. Entre os objetivos específicos estão a sensibilização dos estudantes para a importância da preservação ambiental, o incentivo à adoção de práticas sustentáveis no ambiente escolar e familiar e o fortalecimento da cidadania ambiental.
“A mudança de comportamento começa pelo conhecimento. Quando o estudante compreende os impactos das suas ações e percebe que também pode contribuir para a preservação ambiental, ele passa a ser um agente de transformação dentro da escola, da família e da sociedade”, ressalta a coordenadora.
Linguagem adequada a cada faixa etária
As atividades serão realizadas de forma presencial, por meio de palestras conduzidas por representantes das instituições parceiras do Cesima,
sempre com a participação da coordenação do projeto. De acordo com a faixa etária dos participantes, as abordagens serão adaptadas para garantir maior compreensão e engajamento.
As atividades abordarão conceitos básicos de meio ambiente, problemas ambientais contemporâneos, impactos das queimadas e do desmatamento, gestão da água, preservação da biodiversidade e os efeitos das mudanças climáticas na qualidade de vida da população.
Também serão discutidas responsabilidades compartilhadas entre governo, instituições e sociedade civil, além de ações práticas que podem ser incorporadas ao cotidiano, como economia de água, descarte adequado de resíduos, prevenção de queimadas e preservação das áreas verdes.
“Nosso propósito é deixar um legado que ultrapasse o momento da palestra. Queremos que os alunos levem essas reflexões para suas casas, conversem com suas famílias e se tornem multiplicadores de atitudes sustentáveis. É um investimento na educação, na cidadania e no futuro de Mato Grosso”, conclui a magistrada.
Participam da iniciativa o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPE-MT), Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), além de diversas entidades representativas do setor agropecuário e educacional.
Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

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Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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