MATO GROSSO
Maurício Mattar convida primeira-dama do Estado para ser madrinha do projeto Canta Mato Grosso
MATO GROSSO
O programa tem o objetivo de descobrir talentos locais e a final ocorre no sábado (09.03), às 20h, em Chapada dos Guimarães.
“Primeira-dama, seria uma honra para nós tê-la como madrinha deste evento, que será realizado a cada semestre aqui no Estado, com artistas de diferentes Estados Brasileiros. Não existe no Brasil um evento deste porte incentivando a descoberta de talentos musicais”, disse Maurício Mattar.![]()
Virginia Mendes afirmou que a final será uma “noite memorável, repleta de talentos e emoção” e também que será uma honra ser a madrinha do projeto.
“Claro que aceito. Obrigada por estar em nosso Estado, sou sua fã, e para mim é uma honra receber esse convite”, agradeceu.
A iniciativa é da TV Cidade Verde, que é presidida por Michele Carvalho. O projeto é 100% regional, foi idealizado pelo apresentador Igor Taques e conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Max Russi.
Igor Taques destacou que esse é um projeto pioneiro no quesito descoberta de talentos musicais, onde a premiação pode chegar a até R$ 50 mil. “A ideia é motivar a cultura musical e valorizar novos talentos, com uma premiação justa e com a proposta aos candidatos que não forem classificados terem novas oportunidades a cada temporada”, explicou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



