MATO GROSSO
Médica veterinária financia máquina de ultrassonografia com crédito da Desenvolve MT
MATO GROSSO
A médica veterinária Andressa Lemos, contou com o apoio da Desenvolve MT, Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, para financiar uma máquina de ultrassonografia de última geração. A máquina permite atingir um diagnóstico mais preciso e, consequentemente, a possibilidade de um tratamento com melhores resultados para os pacientes.
Formada há 11 anos pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Andressa conta que desde criança, sempre teve o sonho de ser médica veterinária e que sustentou esse sonho até a vida adulta. Ao se formar na universidade, começou a trabalhar na área de reprodução bovina, mas aos poucos o interesse pela clínica de pequenos animais foi tomando espaço na sua vida e coração. A veterinária começou com plantões e alguns cursos de ultrassonografia e quando percebeu, o desejo de seguir nessa área era concreto.
Com apoio do pai, Andressa adquiriu sua primeira máquina de ultrassonografia e iniciou os atendimentos volantes, firmando parcerias com clínicas veterinárias para realizar exames tanto nos estabelecimentos quanto em domicílio, atendendo em Cuiabá e Várzea Grande.
Com o apoio da Desenvolve MT, a médica veterinária adquiriu um equipamento de ultrassom mais moderno e eficiente. O novo aparelho, além de ser mais leve e facilitar o transporte até clínicas e residências, garante maior precisão nos exames. Entre seus diferenciais estão o processador avançado, a qualidade superior de imagem e a conexão wi-fi, recursos que contribuem diretamente para diagnósticos mais assertivos e laudos médicos mais completos.
Andressa ressalta como ter um aparelho atualizado e que permite melhores diagnósticos é importante em uma profissão na qual os pacientes não conseguem dizer onde eles sentem dor. “Como o animal não fala, o exame fala pelo animal. E quando você correlaciona com o exame de sangue ou radiográfico, consegue um diagnóstico mais preciso”, afirma.
A médica ainda comenta sobre os desafios da profissão, que vão desde a desvalorização até os obstáculos com os próprios tutores de entender a importância da realização de exames regulares nos pets. Além disso, ela ressalta que a importância de um bom operador é essencial, visto que o equipamento tecnológico não traz o diagnóstico sozinho.
Andressa ressalta sobre a necessidade de conscientização, por parte dos tutores, da importância dos exames por imagem. “O exame de ultrassom e raio x deveriam ser triagem, chegou, consultou, exame. Porque, como eu disse, o animal não fala. Tá com dor abdominal, pode ser tanta coisa então o exame praticamente tem que ser inserido, e o tutor não ver essa importância. O exame faz isso (falar) pelo animal, e as pessoas não sabem da importância.”, afirma.
A tecnologia de ponta do novo equipamento não só facilita sua rotina de trabalho, mas também garante exames mais precisos, fator essencial para oferecer diagnósticos confiáveis e tratamentos adequados, além de unir tecnologia e mobilidade, tornando seus atendimentos mais ágeis e assertivos. Para a médica veterinária, cada exame realizado com precisão representa mais qualidade de vida para os pets e mais segurança para os tutores.
*Com supervisão de Livia Rabani
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Tribunal do Júri condena autor de feminicídio e furto contra companheira
O Tribunal do Júri da Comarca de Juscimeira (158 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Claudemir Ferreira dos Santos, conhecido como “Baiano”, a 16 anos de reclusão, em regime fechado, pelos crimes de feminicídio e furto. O réu foi condenado pelo assassinato de Rosângela Oliveira da Silva, sua companheira, ocorrido no dia 1º de abril de 2024.O crime aconteceu na residência do casal, localizada no município de Juscimeira. De acordo com a acusação sustentada em plenário pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o crime foi praticado por motivo fútil, com emprego de meio cruel e por razões da condição de sexo feminino, em contexto de violência doméstica e familiar, o que caracterizou o feminicídio.Segundo consta nos autos, o casal mantinha relacionamento há aproximadamente dois anos e, no dia dos fatos, uma discussão motivada por ciúmes evoluiu para extrema violência. Durante o desentendimento, Claudemir desferiu pelo menos 11 golpes de faca contra Rosângela, deixando a arma cravada no pescoço da vítima, causando sofrimento intenso e levando-a à morte ainda no local. Conforme a denúncia, após o homicídio, o réu fugiu levando o veículo da vítima, um Fiat Cronos, além de um aparelho celular e um cartão bancário, configurando também o crime de furto.Durante a sessão de julgamento, a defesa apresentou teses de desclassificação do crime e de homicídio privilegiado, alegando domínio de violenta emoção após suposta injusta provocação da vítima em razão de uma suposta traição da vítima. Mesmo sendo o privilégio incompatível com o reconhecimento do feminicídio e das qualificadoras imputadas diante da vedação da tese da legítima defesa da honra pelo julgamento da ADPF 779, a defesa insistiu na formulação do quesito correspondente. Submetido à deliberação do Conselho de Sentença, o quesito foi rejeitado de forma absoluta, com votação unânime contrária, demonstrando que os jurados não acolheram qualquer argumento que pudesse atenuar a responsabilidade penal do acusado.O Conselho de Sentença reconheceu, por maioria, a materialidade e a autoria do homicídio qualificado, bem como todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público sendo, motivo fútil, meio cruel e feminicídio. Também foi reconhecida a prática do crime conexo de furto, igualmente com rejeição integral das teses absolutórias.Na sentença, o juiz presidente Alcindo Peres da Rosa fixou a pena definitiva em 16 anos de reclusão, somadas as penas do homicídio qualificado e do furto, além de 10 dias-multa, determinando o início do cumprimento em regime fechado. O magistrado também negou ao réu o direito de recorrer em liberdade e autorizou a execução provisória imediata da pena, diante do quantum aplicado e da gravidade concreta dos crimes.A promotora de Justiça Cynthia Quaglio Gregorio Antunes destacou, ao longo da acusação, a importância do julgamento para a responsabilização de crimes praticados contra mulheres no âmbito doméstico, ressaltando que a condenação reforça o papel do MPMT na proteção da vida e na efetivação da política de enfrentamento à violência de gênero. O MPMT considerou ainda que, diante da brutalidade do crime, a pena não foi proporcional à culpabilidade do réu, e por isso recorreu da sentença para aumentar a pena.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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