CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Moradores afirmam que asfalto na Estrada da Ponte de Ferro vai ajudar no turismo da região do Coxipó

Publicados

MATO GROSSO

O asfalto da MT-030, na Estrada da Ponte de Ferro, em Cuiabá, irá melhorar a vida da população e desenvolver o turismo na região, conforme avaliação dos próprios moradores. A rodovia fica localizada na região do Coxipó do Ouro, conhecida por ser um destino de lazer, com diversos balneários disponíveis para a população.

“Para nós que moramos aqui é uma obra muito aguardada. Estamos muito felizes que esta rodovia está sendo asfaltada porque será um benefício não só para nós, da zona rural, mas também para toda Cuiabá e região. Será muito bom para os pontos turísticos daqui, como o Rio Coxipó”, disse Lucinete da Cruz, que mora na região há 13 anos.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) asfalta 4,36 km da rodovia, entre o bairro Doutor Fábio e a ponte sobre o Rio Coxipó, com investimento superior a R$ 8,2 milhões. A obra tem previsão de conclusão em 2024.

“Estamos na parte de terraplanagem, que são os cortes e os aterros. Estamos cortando e trazendo o material para fazer a compensação do greide. Nesse momento, fazemos a limpeza da faixa de domínio”, explicou a secretária-adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra, Nivea Calzolari.

Leia Também:  Governo de MT firma pacto com TJ, MP, AL, TCE e Defensoria em defesa das mulheres

Chacareiro há 13 anos, Alcides dos Santos destacou que o asfalto novo na Estrada Ponte de Ferro será importante para o desenvolvimento local.

“Esse asfaltamento vai melhorar muito nossa região. Onde o asfalto chega e traz o desenvolvimento. É bom para todo mundo, não só para os moradores, mas também para quem mora na cidade e quer passar o fim de semana em um refúgio, como os balneários da região”, afirmou.

*Com supervisão de José Lucas Salvani

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

Publicados

em

Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

Leia Também:  Grupo de estudos da Sesp debate sobre sociabilidades, circulação e mobilidade como prática social e política

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA