MATO GROSSO
Mulheres recebem atendimento especial no Restaurante Prato Popular em Cuiabá
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O evento foi realizado em comemoração ao mês internacional da Mulher, de acordo com a programação elaborada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), sob a coordenação da primeira-dama Virginia Mendes.
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Marlene Lopes Santanta, moradora do bairro Osmar Cabral, ficou emocionada com a homenagem. “Eu acabei de fazer a massagem e estou gostando bastante desse dia. Queria agradecer à primeira-dama Virginia Mendes por proporcionar essa homenagem especial”, contou.![]()
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Asecretária interina da Setasc, Grasielle Bugalho, reforçou que o Restaurante Prato Popular é mais uma ação do Governo do Estado de Mato Grosso, voltado para atender a população em extrema vulnerabilidade e que, ao longo destes quatro anos do governo Mauro Mendes, já serviu mais de 3 milhões de almoços e mais de 1,7 milhão de marmitas à população em situação de rua.
“Hoje, por exemplo, no almoço são servidas em média de 600 refeições e mais 200 marmitas que são entregues à noite para pessoas em situação de rua, na capital. Todas essas ações foram idealizadas pela primeira-dama Virginia Mendes. E, neste dia especial, estamos comemorando o mês da mulher e estamos aqui para fazer uma entrega especial a essas mulheres para que recebam o carinho do Governo do Estado e que possam ter um dia de muita alegria”, ressaltou a secretária.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
Fonte: Ministério Público MT – MT



