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Natal do Cridac entrega mais de mil brinquedos para crianças atendidas pela unidade

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O Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa (Cridac), gerido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou a tradicional festa de Natal da instituição, com a presença de, aproximadamente, 700 pessoas, entre pacientes e acompanhantes.

Foram distribuídos cerca de mil brinquedos para as crianças atendidas pela unidade de reabilitação.

A festa contou, também, com a parceria da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja) e do Suco Prats.

“Quero parabenizar a todos os profissionais que compõem o time do Cridac e enfatizar que tudo isso só é possível graças à união de esforços do Governo do Estado, da primeira-dama, Virginia Mendes, e de parceiros comprometidos em proporcionar o melhor para os nossos pacientes”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Durante a festa, que contou com a presença do Papai Noel, foram distribuídos lanches, sucos, refrigerante, picolés, além da entrega de kits de panetones e de 800 cestas básicas arrecadadas pelo programa SER Família, idealizado pela Setasc.

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“Essa festa tradicional que promovemos para os nossos pacientes é um dos momentos mais esperados do ano. Eles aproveitam para interagir uns com os outros, se divertem com a programação e ainda ganham presentes. É um jeito especial de celebrarmos o Natal e a chegada de um novo ano”, declarou a diretora da unidade, Suely Souza.

Nos últimos seis anos, o Cridac realizou 592.111 procedimentos de reabilitação. Além disso, neste mesmo período foram cedidos 10.377 aparelhos auditivos e 5.654 cadeiras de rodas, sendo 1.404 aparelhos auditivos e 873 cadeiras de rodas somente em 2024.

Paciente do Cridac desde os três anos de idade, Fátima Leandra, hoje com 21 anos, nasceu com uma doença congênita e utiliza próteses nas duas pernas. Ela contou que já precisou realizar a troca das próteses quatro vezes ano longo dos anos e que a convivência com os funcionários do Cridac fez com que ela tivesse uma “segunda família”.

“A primeira prótese que eu tive que usar foi com 5 anos de idade. De lá para cá eu já precisei trocar de próteses quatro vezes, de tempos em tempos, conforme eu fui crescendo. Tantos processos, cada coisa que eu passei, cada luta que eu venci, tudo isso são experiências únicas e posso dizer que aqui no Cridac eu tenho uma segunda família. Eu conheço muitos funcionários aqui que me viram crescer, praticamente”, disse.

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Serviço

O Cridac é uma unidade da rede de cuidado à Pessoa com Deficiência, localizado na Rua G, s/n Bloco A, Centro Político Administrativo. Para mais informações sobre o atendimento prestado pela unidade especializada, entrar em contato pelos telefones: (65) 3613-1933 ou 3613-1918.

Fonte: Governo MT – MT

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Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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