MATO GROSSO
Nota de Pesar – Jornalista Edivaldo Ribeiro
MATO GROSSO
| Crédito: Divulgação TCE-MT |
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| O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, lamentou o falecimento do jornalista Edivaldo Ribeiro, ocorrido neste domingo (13). |
O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, conselheiro Sérgio Ricardo, manifesta profundo pesar pelo falecimento do jornalista Edivaldo Ribeiro, ocorrido neste domingo (13).
Com uma trajetória marcante na imprensa de Mato Grosso, Edivaldo faleceu aos 82 anos, após lutar contra um câncer no pulmão.
Em suas redes sociais, Sérgio Ricardo lamentou a perda do amigo. “Quero lamentar profundamente a morte do meu amigo de profissão, jornalista Edivaldo Ribeiro, um ícone do rádio e da TV. Em nosso último encontro, fiz questão de registrar o momento. Vai com Deus, amigo”, disse.
Em nome do TCE-MT, Sérgio Ricardo se solidariza com os familiares, amigos e colegas de profissão de Edivaldo Ribeiro, que se destacou principalmente como apresentador do programa Cadeia Neles, da TV Vila Real. O jornalista também foi fundador do site O Bom da Notícia.
Fonte: TCE MT – MT
MATO GROSSO
Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio
A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.
Foto: Magnific.
Fonte: Ministério Público MT – MT




