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Nova edição do programa Magistratura e Sociedade vai ao ar na quarta-feira

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Na próxima quarta-feira (7 de junho) vai ao ar a 20ª edição do programa Magistratura e Sociedade, com uma entrevista do professor Jonas Júnior Mendes. A iniciativa, promovida pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), conta com a participação do juiz Gonçalo de Antunes de Barros Neto e poderá ser conferida no canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso no YouTube. Clique neste link para assistir à chamada do programa. 
 
Graduado em Pedagogia e em Filosofia, o entrevistado é bacharel em Teologia, com especialização em Teologia do Novo Testamento. É mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Mato Grosso com a dissertação “O indeterminado na Filosofia, na Ciência e na Matemática: sua tradução para os números transreais”. Jonas tem experiência na área de educação, e atua como professor de Filosofia e Sociologia Geral e Jurídica. É autor do livro “Hermenêutica: uma introdução à interpretação bíblica”.
 
“Pra existir uma relação de amor verdadeira, tem que existir a possibilidade de rejeição. Então, Deus queria ter um relacionamento de amor verdadeiro com o ser humano. (…) Por isso que ele criou o homem livre, mas, ao criar o homem livre, tornou o mal possível. E o homem, ao usar a liberdade de forma errada, tornou o mal real”, assinalou o professor.
 
Dentre os assuntos abordados, o entrevistado falou sobre a influência da fé religiosa de magistrados e magistradas. “O magistrado tem a maturidade suficiente para não deixar muitas vezes que as suas crenças pessoais afetem algumas coisas, isso é uma realidade e isso existe”, pontuou. “A fé nos ajuda a enfrentar as dores da vida, ela nos dá força para enfrentar as dificuldades, para suportar, quando a gente pensa que a gente tá fraco, a gente não vai aguentar, a fé nos fortalece.”
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Print de tela de computador colorida e horizontal. Dois homens estão lado a lado. O da direita, usa camisa xadrez azul e óculos. Já o da esquerda, paletó azul escuro e também óculos. Os dois olham para a foto.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de mato Grosso (Esmagis-MT)
 
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça recebe denúncia e decreta prisão de acusados por homicídio

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A Vara Única de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá) recebeu denúncia apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e decretou a prisão preventiva de Jefferson Lima Pereira, Andréia Sabrina Lopez Silva, Alexsandro Vicente Bernazzoli e Alex Sandro Silva dos Santos, acusados de participação na morte de Carlos Henrique Silva Oliveira, ocorrida em novembro de 2025, no município. Segundo o MPMT, os investigados integravam uma organização criminosa com atuação estruturada e permanente na região.Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa com participação de adolescentes, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, emprego de tortura e recurso que dificultou a defesa da vítima, ocultação de cadáver, corrupção de menores, fraude processual, posse irregular de munição de uso permitido e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.Ao acolher a denúncia, o juízo também atendeu ao pedido formulado pelo Ministério Público e decretou a prisão preventiva dos quatro acusados. Na decisão, foram reconhecidos indícios suficientes de autoria, a materialidade dos crimes e o risco concreto à ordem pública e à instrução criminal, considerando a gravidade dos fatos, a atuação coordenada do grupo e a extrema violência empregada contra a vítima. Os mandados de prisão foram inseridos no Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP).De acordo com as investigações, Carlos Henrique foi atraído a uma residência sob o pretexto de adquirir entorpecentes. No local, teria sido rendido, amarrado e levado para uma edícula nos fundos do imóvel, onde permaneceu sob o controle dos acusados. Conforme a denúncia, a vítima foi submetida a uma espécie de “tribunal do crime”, que durou cerca de uma hora e contou com a participação, por videochamada, de integrantes da organização criminosa.Entre os participantes estava um dos denunciados, que, segundo a apuração, se comunicava clandestinamente de dentro de uma unidade prisional. Ao término da reunião, teria sido autorizada a execução de Carlos Henrique.Ainda conforme a denúncia, o homicídio foi praticado com extrema crueldade. A vítima teve a orelha esquerda decepada e, posteriormente, foi morta por esgorjamento seguido de decapitação. Um vídeo da execução chegou a ser enviado aos familiares de Carlos Henrique. Após o crime, o corpo foi transportado e enterrado em uma área de mata, sendo localizado dias depois durante buscas realizadas pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar.

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Foto: Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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