MATO GROSSO
Número de empréstimos avalizados pelo Governo de MT a empreendedores do campo e da cidade quadruplica
MATO GROSSO
De dezembro de 2022 a junho de 2023, foram realizadas 648 transações e viabilizados R$ 53,1 milhões em recursos.
Ao todo, já foram avalizados R$ 85,9 milhões em empréstimos desde dezembro de 2022.
Por meio do MT Garante, o Estado suporta avalizar mais de R$ 1 bilhão em operações de crédito dos empresários e produtores rurais de Mato Grosso. No programa, o Governo se torna avalista de quem precisa acessar crédito para investimentos e capital de giro.
“Os números mostram que o programa é um sucesso e o resultado disso se traduz nos números de geração de empregos do Estado, com o aumento da produção industrial, na produção agrícola e o desempenho econômico das cidades mato-grossenses”, destacou o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.
Para acessar o MT Garante, o MEI tem um teto de R$ 70 mil em operações de crédito; uma microempresa de até R$ 200 mil e empresas de pequeno porte de até R$ 300 mil. No caso do pequeno produtor rural, o limite é de R$ 250 mil e médio produtor rural, de R$ 430 mil.
Dentre as 55 atividades econômicas que acessaram recursos via MT Garante, as maiores operações foram para o comércio varejista foi o maior tomador de crédito, seguido pelos produtores rurais, comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, alimentação, transporte terrestre e serviços especializados para construção. Juntos, correspondem a 61% das transações.
Os agentes financeiros para acessar crédito via MT Garante são: Desenvolve MT, Banco Sicoob, Sicredi, AL5, Unicred e Cresol.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho
A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.
Fonte: Ministério Público MT – MT


