MATO GROSSO
Operação da Polícia Militar checa 200 veículos e prende 34 pessoas em três municípios
MATO GROSSO
A operação Cidades do Agro Protegidas, realizada pelo 3º Comando Regional da PM de Sinop, abordou 906 pessoas e checou 200 veículos, em três municípios da região norte do Estado, entre sexta-feira e domingo (18 a 20.02).
Nesta ação, 34 pessoas foram encaminhadas para a Delegacia pela prática de diversos crimes, entre eles, tráfico de entorpecentes, porte ilegal de arma de fogo, homicídio e embriaguez ao volante.
Quatro armas de fogo, um simulacro de pistola e 420 munições calibres 22 e 32, além de três porções de cocaína, foram apreendidos. Dentre as pessoas conduzidas, um homem foi preso em flagrante por homicídio, em Ipiranga do Norte, no domingo.
Foram realizadas três blitz e barreiras policiais nos municípios de Sorriso, Nova Ubiratã e Ipiranga do Norte, para verificar irregularidades, prevenir acidentes e retirar de circulação drogas, armas e pessoas criminosas. Participaram desta operação 60 militares, que realizaram abordagens a pessoas, checagens a veículos, barreiras, rondas e outros procedimentos.
O comandante do 12º Batalhão de Polícia Militar, tenente coronel Jorge Luiz, declarou que o objetivo da operação foi manter a redução dos índices criminais e combater a criminalidade nas áreas urbana e rural, como roubos, furtos, tráfico de entorpecente e homicídios, e também para prevenir ações delituosas em propriedades rurais.
A operação contou ainda com o apoio da equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp). Participam policiais militares do 2º Pelotão de Força Tática do 3º CR de Sinop, do 12º Batalhão, Cavalaria da PM, 26ª Companhia Independente de Polícia Militar de Força Tática e houve apoio do helicóptero Águia 04 do Ciopaer da Sesp.
Disque-Denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou o disque-denúncia 0800.065.3939.
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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