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Operação Lei Seca resulta na prisão de seis pessoas e remoção de 59 motocicletas em Cuiabá 

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A 41ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite desta quarta-feira (4.6), em Cuiabá, resultou na prisão de seis pessoas por diferentes crimes e na remoção de 59 motocicletas. A ação ocorreu na Avenida Professora Edna Maria de Albuquerque Affi, no bairro Tijucal.

Entre os detidos, quatro foram presos por embriaguez ao volante, sendo que um deles também foi autuado por não possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Houve ainda a prisão de um foragido da Justiça de Rondônia, com mandado em aberto pelo crime de furto, e de um homem por receptação, após os agentes identificarem que ele conduzia uma motocicleta com registro de roubo ou furto.

As abordagens tiveram início às 21h e resultaram na confecção de 102 autos de infração de trânsito. As principais irregularidades constatadas foram condução de veículo sem registro ou não licenciado, direção sem habilitação, condução sob efeito de álcool, sistema de iluminação alterado, condução com CNH de categoria diferente, CNH vencida há mais de 30 dias, ausência de equipamentos obrigatórios, motocicletas sem placa de identificação e placas em desacordo com as especificações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

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Durante a operação, 188 condutores foram submetidos ao teste de alcoolemia e 185 veículos fiscalizados, dos quais 70 foram autuados. Nesta edição, a fiscalização teve como foco as motocicletas e não houve remoção de carros.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob)

Fonte: Governo MT – MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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