MATO GROSSO
Operação Mobile autua 7 pessoas e recupera mais 15 celulares furtados e roubados
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A Polícia Civil concluiu nesta sexta-feira (31.1), em Cuiabá, a segunda fase da Operação Mobile, de investigação, recuperação e devolução de celulares furtados e roubados durante o ano passado. A operação, conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da capital, resultou em mais 15 aparelhos recuperados e sete pessoas detidas em flagrante por furto.
Durante a semana, equipes da unidade especializada cumpriram 55 ordens de buscas contra pessoas que foram intimadas na primeira fase da operação, iniciada em novembro de 2024, a prestar informações sobre os celulares. Contudo, essas pessoas não compareceram à Polícia Civil e foram, nesta seguda fase, conduzidas à Derf para prestar esclarecimentos.
A operação resultou em sete registros de flagrantes pelo furto de aparelhos celulares, duas pessoas autuadas em Termo Circunstanciado de Ocorrência e 15 aparelhos recuperados.
A Operação Mobile tem o objetivo de recuperar os celulares subtraídos e identificar os autores dos crimes, bem como possíveis receptadores, desestimulando o comércio ilegal de aparelhos
O delegado Daniel Machado destaca que a operação funciona como uma medida pedagógica para demonstrar à população a importância de adquirir um celular com procedência.
“Quem adquire um aparelho precisa saber de quem está comprando e o objetivo da Polícia Civil é também mudar essa cultura de obter vantagem sem saber a origem do produto, pois, além do prejuízo quando se constata que é um produto de origem criminosa, quem compra também responde criminalmente”, observa o delegado.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT


