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Ouvidoria Geral do TCE-MT dá apoio à Prefeitura de Cuiabá na criação de ferramenta digital para gestão de manifestações

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Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Ouvidoria Geral do TCE-MT apoiou a Ouvidoria Geral do Município de Cuiabá na desenvolvimento de uma ferramenta digital voltada à gestão de manifestações.

A Ouvidoria Geral do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) atendeu a um pedido da Ouvidoria Geral do Município de Cuiabá (OGM/CGM) para apoiar o desenvolvimento de uma ferramenta digital voltada à gestão de manifestações. A demanda, apresentada durante a última edição do projeto Tricotando sobre Ouvidoria, foi atendida nesta quinta-feira (2).

A solicitação enviada ao ouvidor-geral do TCE-MT, conselheiro Antonio Joaquim, pelo ouvidor-geral de Cuiabá, Jeidson Rodrigo de Campos, foi atendida pelo colaborador da Ouvidoria do Tribunal, Walter Aguiar, que é engenheiro eletricista e estudioso de inteligência artificial. Ele auxiliou Campos no desenvolvimento de um aplicativo multiplataforma, sem custos, que centraliza informações das ouvidorias setoriais da prefeitura. A Ouvidoria de Cuiabá recebe cerca de 1500 demandas/mês.

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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A demanda foi atendida pelo colaborador da Ouvidoria do Tribunal, Walter Aguiar.
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Segundo Aguiar, a proposta busca facilitar a produção de relatórios gerenciais, exigidos pela Lei nº 13.460/2017. “Estamos desenvolvendo um aplicativo multiplataforma, dentro do ecossistema já disponível na prefeitura, para que o ouvidor-geral tenha uma visão panorâmica das informações de todas as ouvidorias setoriais, sem custo adicional”, explicou.

O servidor detalhou ainda que a ferramenta permitirá a alimentação de uma base de dados integrada. “Cada ouvidor setorial vai incluir as demandas recebidas no aplicativo, que gerará relatórios gerenciais diários, mensais, anuais ou quadrimestrais de forma automatizada. A periodicidade será definida por eles”, acrescentou.

Para Jeidson de Campos, a iniciativa chega em momento oportuno. “Hoje, o nosso sistema ainda é manual e a nova ferramenta trará mais agilidade e praticidade”, destacou. Ele reforçou que o ganho não será apenas para a Ouvidoria central, mas também para todos os ouvidores setoriais do município, pois se terá um instrumento de gestão.

Tricotando sobre Ouvidoria

 Na terceira edição do projeto, realizada em 18 de setembro, o servidor da Ouvidoria Geral do TCE-MT Walter Aguiar ministrou palestra sobre o uso de Inteligência Artificial em ouvidorias públicas com o objetivo de dar celeridade aos atendimentos. 

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O Tricotando foi criado em 2023 como uma ação que integra o projeto Ouvidoria para Todos, que cumpre o objetivo de aproximar o cidadão das ouvidorias públicas de Mato Grosso.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

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Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

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O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

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O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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