MATO GROSSO
PGJ defende ampliação das possibilidades de acordo no Processo Penal
MATO GROSSO
Com o objetivo de contribuir para o aprimoramento do Projeto de Lei 8045/2010, que visa reformar o Processo Penal Brasileiro (CPP), o procurador-geral de Justiça em Mato Grosso, Deosdete Cruz Júnior, realizou, esta semana, reuniões com alguns parlamentares que compõem a bancada federal de Mato Grosso. O principal ponto defendido pelo MPMT é a ampliação da possibilidade de acordo na esfera penal.
“Apresentamos sugestões para tornar o processo penal mais rápido, com a ampliação da possibilidade de acordo em mais crimes. Defendemos a autocomposição no processo penal como uma regra e não uma exceção, como acontece hoje. Para isso, é necessário que a lei disponha taxativamente as situações em que o acordo não é admitido”, afirmou o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior.
Durante as reuniões com os parlamentares federais, o PGJ esteve acompanhado do subprocurador-geral de Justiça Jurídico e Institucional, Marcelo Ferra de Carvalho, do promotor de Justiça auxiliar da Procuradoria-Geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, e do presidente da Associação Mato-grossense do MPMT, Mauro Curvo. Foram realizadas visitas aos gabinetes dos deputados José de Medeiros, Emanuelzinho, Abílio Júnior, Coronel Assis e das deputadas Amália Barros e Coronel Fernanda.
Fonte: MP MT
MATO GROSSO
MPMT garante acolhimento de adolescente e apura abandono intelectual
A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.
Foto: Reprodução YouTube.
Fonte: Ministério Público MT – MT



