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PM prende em flagrante suspeito de agredir a própria mãe em Sorriso

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Um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante, na noite desta quinta-feira (6.3), por policiais militares do 12º Batalhão, após agredir a própria mãe, de 63 anos, no bairro Bela Vista, no município de Sorriso. O suspeito ainda tentou atear fogo na casa da idosa ao abrir todas as bocas do fogão.

De acordo com boletim de ocorrência, a mãe do suspeito relatou que mora com o filho e, em determinado momento, ele a agrediu com socos nas costas e apertou seus braços, causando algumas lesões. Além disso, o denunciado danificou alguns objetos da casa e quebrou uma porta de vidro da residência.

Ele ainda quebrou um aparelho de som e dois aparelhos celulares, e abriu as bocas do fogão no intuito de vazar gás e atear fogo no imóvel. Enquanto o suspeito fazia isso, a irmã dele chegou na casa e foi ameaçada de morte caso acionasse a Polícia Militar. Após o ataque, ele correu da casa.

Diante das características do homem, os policiais militares intensificaram o policiamento na região, localizaram e abordaram o suspeito em um bar na região. A irmã do suspeito ressaltou que é vizinha dos familiares e possui uma medida protetiva contra o irmão. Ele apresentava uma lesão por ter quebrado a porta de vidro. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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